Revista Epitc Publica Edição Especial com Texto Inédito de Celso Furtado

Como parte das comemorações de seu vigésimo ano de existência, a Revista Eptic publica no primeiro número de seu 21° volume o Dossiê Temático “Comunicação, Cultura e Desenvolvimento” composto de textos surgidos nas discussões travadas no XVI Seminário Obscom/Cepos (Observatório de Economia e Comunicação da UFS e Grupo Comunicação, Economia Política e Sociedade) e do II Seminário da Rede Celso Furtado de Pesquisa em Comunicação, Cultura e Desenvolvimento (COMCEDE), realizados em Aracaju, na Universidade Federal de Sergipe (UFS) , em maio de 2018.

Além de textos de pesquisadores oriundos de países como Colômbia, Argentina e Brasil, o Dossiê conta ainda com uma entrevista do diretor-presidente do Centro Celso Furtado, Roberto Saturnino Braga e um texto inédito de Celso Furtado, reconstituído por César Bolaño e Rosa Furtado.

Mais dois Dossiês já estão com chamadas abertas pela Revista Eptic para 2019: Economia Política da Comunicação e Estudos Culturais na América Latina, proposto a partir de um seminário organizado em dezembro de 2018 pelos Programas de Pós-graduação em Comunicação da UFS e da UFRGS e o dossiê Industrias Culturais e Economia Política, organizado por uma parceria inédita entre a Revista Eptic e a Revista Chasqui, do CIESPAL.

A revista pode ser acessada aqui

IAMCR Abre Chamada de Trabalhos para seu Congresso em Madrid

A Internacional Association of Mass Communication Research está com chamada aberta para seu congresso até 8 de fevereiro de 2019. O evento acontecerá em Madrid de 7 a 11 de julho na Universidad Complutense de Madrid.

O congresso terá como tema “Comunicação, Tecnologia e Dignidade Humana: Direitos Controvertidos e Verdades Contestadas” com o objetivo de gerar um debate transversal sobre o tema ao longo do congresso, permitindo explorar um mesmo tema a partir de diferentes perspectivas que interajam entre si.

O envio de propostas para as diversas sessões temáticas e grupos de trabalho será realizada exclusivamente através do sistema online do congresso disponível aqui.

Normas para envios de resumos

Os resumos devem ter entre 300 e 500 palavras de extensão, a menos que alguma sessão ou grupo de trabalho tenham alguma diretriz particular a respeito. Todos os resumos devem ser apresentados através do sistema Open Conference System (OCS) da IAMCR/AIES. Não será admitido que nenhum resumo seja enviado através de correio eletrônico a nenhuma Seção ou Grupo de Trabalho

Mais Informações

Em espanhol: aqui
Em Inglês: aqui

Revista Espanhola abre Chamada para Dossiê sobre a Influência de Algoritmos e Sites de Redes Sociais em Democracias

Com o sugestivo título “Hackeo de la Democracia” (Hackeamento da Democracia), a Revista Teknokultura ligada à Universidad Complutense de Madrid abre chamada até o dia 31 de janeiro de 2019 para dossiê sobre o impacto e influência de tecnologias digitais nos processos eleitorais e em outros âmbitos do desenvolvimento da ação política estatal.

O Dossiê busca contribuições que deem conta de análises e estudos sobre o uso de algoritmos para segmento e publicidade seletiva nas eleições como nos casos Brexit, Trump e Bolsonaro. Os trabalhos devem ser submetidos através do sistema de submissão online da revista, que pode ser acessado aqui, e seguirem as normas para autores do periódico que podem ser acessados aqui.

Chamada

Hackeamento da Democracia

Versão original em espanhol, disponível aqui

Análise sobre o impacto e influência das novas tecnologias digitais nos processos eleitorais e em outros âmbitos do desenvolvimento da ação política estatal

Gostaríamos de dedicar o próximo número de Teknokultura ao estudos e análises que abordem o uso massivo de algoritmos de segmentação e publicidade seletiva nas eleições. Como foi visto nos casos recentes de Brexit, Trump e Bolsonaro e abora Vox, o uso destas táticas põe em perigo a democracia ao facilitar a difusão de informações falsas e não checadas.

O escândalo Cambridge Analytica nas eleições norte-americanas e inglesas, e do Whatsappgate no pleito presidencial brasileiro ajudaram a compreender este fenômeno, que põe nas mãos da propaganda partidária todo o poder das tecnologias digitais para modificar o estado de opinião.

A estratégia consiste, no final das contas, em aproveitar a erosão do limite entre a comunicação privada e a social que as tecnologias digitais propiciam. Assim, aproveitando a acumulação massiva de dados, junto com os canais privados de difusão da informação, é possível promover os discursos mais reacionários sem necessidade de responder à crítica pública.

Da mesma forma, no próximo número aceitaremos também artigos de outros temas que estejam relacionados com a relação entre democracia, ativismo e direitos sociais.

Retratação: o título mais correto seria “crackeamento da democracia”, pois estas operações não respondem à ética hacker, mas ao interesse privado.

Revista Contracampo abre chamada para o dossiê “Mídia, Reconhecimento e Constituição de Subjetividades”

A Revista Contracampo: Brazilian Journal of Communication, vinculada ao PPGCOM da UFF, está com chamada aberta, até o dia 5 de abril de 2019, para submissão de artigos ao dossiê “Mídia, reconhecimento e constituição de subjetividades”.

Os trabalhos devem ser submetidos através do sistema online de submissão do periódico que pode ser acessado aqui. Os textos devem seguir as diretrizes para autores da revista disponíveis aqui.

Este número contará com os pesquisadores Bruno Campanella (UFF) e João Carlos Magalhães (London School of Economics) como editores convidados. A Contracampo continua aceitando também trabalhos em fluxo contínuo para a seção de “temáticas livres”.

Chamada

Mídia, reconhecimento e constituição de subjetividades

Debates sobre como identidades de atores sociais são constituídas por meio de processos de reconhecimento intersubjetivo são parte central da teoria crítica atual. De origem hegeliana, o tema ressurgiu a partir dos anos 1990, como tentativa de teorizar a demanda por políticas identitárias em sociedades multiculturais (Taylor, 1992) e como uma filosofia socioética que aprofunda as dimensões práticas de reconhecimento a partir da análise dos conflitos sociais, vistos como motor de transformação da sociedade (Honneth, 1992).

Se processos de reconhecimento dependem da possibilidade da comunicação (Honneth, 2001), é curioso que seus proponentes ignorem o papel da mídia – e que estudiosos de mídia raramente estudem processos de reconhecimento.

Chama também atenção que os poucos trabalhos que propõe este tipo de análise (tais como Maia, 2014; Couldry, 2010) pensam os processos de ‘reconhecimento mediado’ como eminentemente positivos, ou seja, eles tratam os meios de comunicação como artefatos importantes na formação de subjetividades capazes de se autorrealizar. Esse contexto torna-se ainda mais complexo, contudo, quando percebemos que tais análises não levam em conta algumas práticas midiáticas contemporâneas, especialmente ligadas às mídias sociais, atravessadas por lógicas econômicas que valorizam uma busca individualizada e despolitizada de reconhecimento.

Essa lacuna epistemológica parece estar em descompasso com a maneira com que as mídias estruturam visibilidades e invisibilidades, o que afeta a própria possibilidade de que os atores sociais se reconheçam uns aos outros. Considerando a importância dos processos de mediatização e dataficação da sociedade (Couldry e Hepp, 2017), esse tema mostra-se ainda mais relevante.

Diante dessas questões, a revista Contracampo, do Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Universidade Federal Fluminense (http://periodicos.uff.br/contracampo), convida autores a submeterem trabalhos originais que discutam as relações entre mídia e reconhecimento. Temas de interesse incluem (mas não se limitam a):

– Representação de minorias na imprensa e na TV

– Movimentos sociais, mídia e luta por reconhecimento

– Polarização política nas redes sociais

– Autorrepresentação nas mídias sociais e a busca por reconhecimento

– A formação de disposições psicológicas e comportamentais ligadas ao reconhecimento nas mídias

– Monitoramento de dados digitais (“dataveillance”) e reconhecimento

Encontro Nacional de Professores de Jornalismo Recebe Trabalhos para sua 16ª Edição

Os interessados em apresentar trabalhos no 18º Encontro Nacional de Pesquisadores em Jornalismo (ENPJ) devem enviar seus textos até o dia 11 de fevereiro de 2019. Promovido pela Associação Brasileira de Ensino do Jornalismo (Abej/FNPJ), o evento ocorrerá em Londrina (PR) entre os dias 26 e 27 de abril de 2019.

Os trabalhos podem ser apresentados em um dos seguintes Grupos de Pesquisa do 14º Ciclo Nacional de Pesquisas em Ensino e Extensão em Jornalismo: Atividades de Extensão, Ensino de ética e de Teorias do Jornalismo, Pesquisa na Graduação, Produção Laboratorial – Eletrônico, Produção Laboratorial – Impressos e Projetos Pedagógicos e Metodologias de Ensino

A inscrição do autor no evento é obrigatória e pode ser feita e paga pelo Site Oficial do Evento com os seguintes valores até o dia 25/03/2019:

Professores e profissionais – R$ 170,00.

Estudantes de Pós-Graduação: R$ 80,00;

Estudantes de Graduação em Jornalismo têm taxa diferenciada, de R$ 30,00;

Sócios do Abej com a anuidade em dia estão isentos da taxa de inscrição.

Para mais informações acesse o sistema de conferências da ABEJ aqui ou clique aqui para se inscrever.

Revista Comunicação & Sociedade abra chamada para Dossiê sobre “Bolsonarismo e a Mídia”

A Revista Comunicação e Sociedade está recebendo contribuições para o Dossiê “Bolsonarismo e a Mídia: Fake News, Pós-Verdade e a Ascensão do Populismo de Direita no Brasil e no Mundo” até o dia 25 de fevereiro de 2019.

Os artigos devem ser submetidos pelo sistema eletrônico da revista, que pode ser acessado aqui, e devem seguir as normas propostas pela publicação que podem ser acessadas aqui.

O periódico espera trabalhos que tratem sobre a comunicação associada ao populismo e à ascensão de políticos de direita no Brasil. Os trabalhos podem tratar de temas como a relação entre imprensa e Bolsonararismo, Fake News e Campanha Política.

O Dossiê será publicado no Volume 41, número 1 do periódico (jan-abr 2019) no dia 30 de abril de 2019. Os editores convidados para o Dossiê são Carlos Alberto Messeder (UFRJ), Gustavo Said (UFPI), Richard Romancini (USP) e Viktor Chagas (UFF).

Chamada

A comunicação associada ao populismo e à ascensão de políticos de direita tem recebido a atenção de acadêmicos do mundo todo, o que se reflete em edições especiais de revistas científicas e livros – como o v. 9, n. 20, da Information, Communication & Society, e a coletânea Trump and the media (2017). Aspecto notável desses trabalhos é o destaque à internet, que estaria criando novas oportunidades para a propagação dos discursos pelas lideranças e para a organização dos apoiadores. Fala-se mesmo numa transformação do ambiente midiático, aproveitada de maneira estratégica pelos conservadores.

No contexto brasileiro, o “retorno da direita” ao cenário político tem sido discutido em trabalhos, como a coletânea Direita, volver! (2015), nos quais a comunicação produzida pelos conservadores locais, bem como a relação desses grupos com a mídia tradicional, são também, em alguma medida, abordadas.

Com a recente eleição de Jair Bolsonaro essas questões ganham mais relevância. Desse modo, para avançar o conhecimento sobre essas temáticas, nesta chamada de trabalhos, convidamos os pesquisadores a refletir sobre a emergência da “nova direita” no país, bem como os significados e as possíveis consequências da primeira eleição pelo voto popular de um presidente de extrema direita no Brasil. Os autores poderão submeter artigos de pesquisa, ensaios e entrevistas (com investigadores e indivíduos que ajudem a lançar luz sobre os temas mencionados), que enfatizem as características midiáticas e comunicacionais dos objetos de estudo.

Possíveis temas, sem a exclusão de outras questões pertinentes, são:

– Análises sobre as Eleições 2018, com ênfase nas estratégias desenvolvidas pela campanha de Bolsonaro à presidência, no uso das mídias sociais (Facebook, Twitter, YouTube, WhatsApp, e outras), e na articulação entre campanha online e mobilizações nas ruas.

– Reflexões sobre o aspecto performático de manifestações de apoio aos candidatos: coreografias, carreatas, o comércio de roupas e acessórios.

– Análises sobre a cobertura midiática das eleições, o papel da imprensa de prestígio (quality press), ameaças à liberdade de imprensa, pressões e ataques a profissionais, a credibilidade dos meios tradicionais em xeque.

– Estudos sobre os efeitos da difusão e circulação de fake news, limites éticos da propaganda eleitoral e a atuação de grupos de interesse e núcleos profissionalizados na campanha de Bolsonaro e seus aliados.

– Avaliações sobre o Horário Gratuito de Propaganda Eleitoral e mudanças no ecossistema midiático das campanhas.

– Investigações sobre recursos retóricos e estratégias discursivas empregadas pelos candidatos e sua militância: memes, áudios e vídeos virais, santinhos virtuais etc.

– Estudos sobre o impacto e os limites da campanha negativa, incluindo manifestações e ações coletivas de agravo à candidatura de Bolsonaro (#elenão, #caixa2dobolsonaro).

– Reflexões sobre o discurso moral (contra a corrupção, contra a “ideologia de gênero”, contra o feminismo” e pelos bons costumes), o discurso de ódio, e o antipetismo.

– Discussões sobre as fronteiras teórico-epistemológicas do conceito de populismo e sua relação com a mídia, construções identitárias da “nova direita”, e o recrudescimento de grupos conservadores no Brasil e no exterior.

– Análises comparadas da trajetória e das estratégias de comunicação de Bolsonaro e outros políticos associados à direita e à extrema direita no Brasil e em outros países (Trump, Berlusconi, etc.).

– Investigações sobre produções midiáticas ficcionais que evocam imaginários e valores morais conservadores (como p.ex. O Mecanismo).

– Reflexões sobre o papel de celebridades midiáticas no processo eleitoral.

– Antecedentes da Era Bolsonaro: Junho de 2013, o golpe de 2016, a prisão de Lula, e outros acontecimentos marcantes recentes.

– Horizontes e perspectivas sobre as relações entre mídia e democracia.

Revista abre Call for Papers para Comemorar 40 anos do Movimento LGBT no Brasil

Comemorando os 40 anos de existência do Movimento LGBT no Brasil, a Revista Eletrônica de Comunicação, Informação & Inovação em Saúde (Reciis) está recebendo trabalhos para o Dossiê “40 Anos de Movimento LGBT no Brasil: Comunicação, Saúde e Direitos Humanos” até o dia 31 de janeiro de 2019.

Os artigos devem seguir a normalização indicada pela revista, disponível aqui. As submissões devem ser realizadas pelo sistema eletrônico da revista que pode ser acessado aqui. Os trabalhos aceitos serão publicados em junho de 2019. A Reciis é editada, desde 2007, pelo Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde (Icict) da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz)

 

Chamada

O movimento LGBT organizado comemora, em 2018, 40 anos de atuação no Brasil. A historiografia consolidou como marco fundador da militância homossexual no país a criação do grupo Somos – Grupo de Afirmação Homossexual, em 1978. O movimento em defesa dos direitos LGBT surgiu como um ato de resistência em plena ditadura militar, marcada pela repressão e por ideais conservadores.

Desde o seu surgimento, o movimento social de luta pelo reconhecimento da diversidade sexual e de gênero passou por transformações profundas. A articulação de coletivos inicialmente identificada como o Movimento Homossexual Brasileiro (MHB) passou a se denominar de Movimento LGBT, reflexo da multiplicação das bandeiras de luta e dos personagens envolvidos nas reivindicações.

Os esforços empreendidos para que a população LGBT goze de direitos plenos conquistou, nas últimas décadas, resultados positivos como a retirada da homossexualidade da lista de doenças do então Instituto Nacional de Assistência Médica da Previdência Social (Inamps), a possibilidade da realização do casamento entre pessoas do mesmo sexo e a adoção de crianças por casais homossexuais.

Contudo, as conquistas recentes vêm acompanhadas com o aumento da intolerância e dos crimes de ódio. Lideres neopentecostais midiáticos e políticos da direita conservadora vêm sistematicamente promovendo o discurso de detração a todos os corpos que não se enquadram na heteronorma. Projetos para criminalizar a homofobia, como a PLC 122, são barrados pela bancada evangélica enquanto a cada 19 horas um LGBT é assassinado ou se suicida vítima da LGBTfobia, segundo dados do Grupo Gay da Bahia.

O dossiê, ao comemorar os 40 anos do movimento LGBT brasileiro, pretende reunir trabalhos que rememorem criticamente os marcos temporais desta história. Buscamos promover o debate acerca dos acontecimentos do passado para ajudar a refletir sobre os desafios do presente. Convidamos, assim, os autores interessados, a enviarem artigos que articulem a história do movimento com aspectos do campo da comunicação, da saúde e dos direitos humanos. Como sugestão, propõe-se, para esta chamada, os seguintes eixos articuladores:

– A formação e a transformação do movimento LGBT no Brasil
– O impacto da HIV/AIDS e os novos desafios pós-coquetel
– Imprensa Homossexual
– Grupos Militantes, Associações e ONGs de ação LGBT
– Cultura midiática e personalidades LGBT
– Estratégias e produtos comunicacionais para o engajamento político em torno de causas LGBT
– Invisibilidades e apagamentos
– Violência e crimes de ódio contra a população LGBT
– Comunicação e narrativas públicas de empoderamento
– Despatologização e descriminalização das identidades de gênero e orientação sexual
– Atendimento no SUS a população LGBT
– Travestis e Transsexuais: o acesso ao ensino e o ingresso no mercado de trabalho
– Interseccionalidade

FFLCH/UFS Recebe Textos para Capítulo de E-book sobre Identidade e Diferença na Canção Latino-Americana

A Faculdade de Filosofia Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo (FFLCH/USP) está recebendo, até o dia 20 de dezembro, trabalhos para o livro “Identidade e Diferença na Canção Latino-Americana”. As normas para envio do artigo podem ser acessados aqui. Os artigos, assim como dúvidas, devem ser enviados para o seguinte e-mail: val.borges@usp.br

O aceite ou recusa do artigo será enviado até o dia 31 de janeiro de 2019. O livro será publicado em Abril de 2019. O livro não terá fins lucrativos e será publicado em formato e-book com disponibilização para download gratuito no Portal de Livros Abertos da USP. A FFLCH/USP emitirá ISBN-e e DOI.

A coordenação e edição do livro ficarão sob responsabilidade do Prof. Dr. Júlio César Suzuki (FFLCH e PROLAM/USP) e do Dr. Valterlei Borges de Araújo (pós-doutorando no PROLAM/USP) em conjunto com comissão editorial.

CHAMADA

O livro pretende discutir as categorizações (ou supostas categorizações) regionais na música popular latino-americana, especialmente a de origem sul-americana. Partindo do pressuposto que existe uma identidade dominante, geralmente associada à norma, em contraponto à diferença, geralmente associada ao periférico, buscamos por artigos que tentem compreender como os conceitos de identidade e diferença podem ser apropriados para operar na música popular. Portanto, desde que relacionados à música popular latino-americana, assuntos como relativização das identidades contemporâneas, relações de pertencimento e afiliação sociais e territoriais, reprocessamentos culturais e (re)criação das identidades contemporâneas, são de interesse para o conteúdo do livro. Contudo, é oportuno informar que qualquer assunto envolvendo discussões sobre identidade e/ou diferença no campo da música popular latino-americana é bem-vindo.

Revista Mídia e Cotidiano abre Chamada para Trabalhos sobre Mídia e Saúde

Mídia e Saúde é o tema do primeiro dossiê a ser publicado em 2019 pela Revista Mídia e Cotidiano, ligada ao Programa de Pós-Graduação em Mídia e Cotidiano da Universidade Federal Fluminense. O prazo para submissões para o dossiê vai até o dia 20 de janeiro de 2019 e sua publicação está prevista em março de 2019.

Todas as submissões, inclusive para artigos em fluxo contínuo, são feitas através do site da revista que pode ser acessado aqui. O dossiê “Mídia e Saúde: Conexões, Produções e (In)visibilidades Cotidianas” terá como editoras convidadas as professoras Katia Lerner (Fiocruz-RJ) e Isaltina Gomes (UFPE). A chamada segue abaixo.

 

Mídia e Saúde: Conexões, Produções e (In)visibilidades Cotididianas

Há tempos, a saúde é tema de grande apelo para os indivíduos e a sociedade em geral. Esse processo tornou-se mais aguçado no final do século XX, diante da preponderância da lógica do risco, na qual vigora a crença de que é possível evitar a ocorrência dos infortúnios relativos à saúde mediante a intensa vigilância sobre os corpos.

A saúde tornou-se um valor e seu novo estatuto simbólico transformou-a em objeto de consumo desejado, um imperativo moral que permeia nossas vidas cotidianas. A configuração desse cenário, por sua vez, teve vínculos estreitos com outro fenômeno constitutivo da modernidade tardia: seu entrelaçamento com as tecnologias de comunicação e informação.

Observa-se a intensificação da circulação de discursos, atores e modos de dizer, envolvendo tanto os já tradicionais – instituições públicas e privadas da saúde, agora marcadas pela profissionalização das estratégias de comunicação – e, também, profissionais diversos, pacientes, familiares e indivíduos nas mais diferentes posições, despontando como vozes poderosas concorrendo nesse mercado simbólico.

As novas lógicas e racionalidades vinculadas aos processos de midiatização em curso possibilitaram a emergência desses novos atores, mas também de novas práticas, formas de sociabilidade, ações políticas e processos de subjetivação.

Diante desse cenário, o dossiê pretende reunir resultados de pesquisas que tenham como cerne os seguintes temas:

– Produção, circulação e apropriação de sentidos sobre saúde em produtos midiáticos de diferentes gêneros e suportes (impressos, audiovisuais e digitais);
– sofrimento, testemunho e espetacularização das formas de se lidar com os processos de saúde/doença;
– emergência de coletivos e novas formas de sociabilidade e ação política relativos à saúde; práticas de autocuidado em saúde mediadas pelas tecnologias;
– reconfiguração das relações de autoridade no âmbito dos novos regimes de visibilidade e de informação (embates com o saber médico, paciente expert etc.);
– processos de medicalização/desmedicalização em suas articulações com a midiatização

Rede de Rádios Universitárias do Brasil abre Chamada de Capítulos para Livro

A Rede de Rádios Universitárias do Brasil (RUBRA) está recebendo capítulos para obra coletiva sobre Rádios Universitárias. O prazo para entrega dos textos completos é 31 de janeiro de 2019.

O objetivo da obra é sistematizar reflexões derivadas das experiências de ensino-aprendizagem desenvolvidas no âmbito de emissoras vinculadas a instituições de ensino superior públicas, privadas ou confessionais.

A coletânea, editada pela Comissão Científica da RUBRA, será publicada em formato e-book pela Editora CCTA-UFPB e em papel em editora a ser confirmada. O envio deve ser feito por e-mail, tendo no assunto “Livro da RUBRA” e o sobrenome do/a(s) autor/a(es), para os seguintes endereços: olgatavares@hotmail.com e nanealbuquerque@hotmail.com.

Apesar da importância das rádios universitárias no país, a produção e os espaços de discussão sobre o tema são escassos. Uma das exceções foi I Fórum de Rádios e TVs Universitárias, realizado durante o 40º Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação, promovido pela Intercom em Curitiba, em 2017, e o II Fórum, realizado em Joinville, em 2018, ocasião em se constituiu a Rede de Rádios Universitárias do Brasil (RUBRA).

Alguns dos tópicos de interesse para publicação no livro são:

– O papel social e cultural das rádios universitárias;
– A programação das rádios universitárias – Instrumentos de participação das comunidades interna e externa;
– Desafios à gestão de emissoras universitárias;
– Regulação da radiodifusão universitária;
– Experiências de ensino-aprendizagem em rádio e mídia sonora – O caráter formativo das emissoras universitárias;
– História de rádios universitárias;
– Inovação em radiodifusão universitária – Experimentação de novos formatos e linguagens

 

FORMATAÇÃO

Os textos devem ter até 35 mil caracteres, incluindo títulos, tabelas, figuras, mapas e referências. Não incluir resumo e palavras-chave. Informações de autoria devem vir abaixo do título, acompanhadas de currículo resumido, com extensão máxima de três linhas por autor/a.

O arquivo deve estar em Word e a formatação do texto deve seguir estes pontos: Fonte Times New Roman, corpo 12, espaçamento 1,5; Margens superior/inferior – direita/esquerda = 2,5 cm; Parágrafo com recuo na primeira linha 1,25; notas de rodapé: fonte Times New Roman, em corpo 10, espaçamento 1,0. O negrito deve ser usado, exclusivamente, para destacar subtítulos ou divisões do trabalho, sempre no mesmo corpo 12, em caixa alta e baixa.

A elaboração do texto deve seguir as seguintes indicações: título; nome do/a autor/a; instituição à qual está vinculado/a, texto incluindo considerações finais e referências, se for o caso. Referências bibliográficas devem ter os dados completos e seguir as normas da ABNT 6023 para trabalhos científicos.

Ilustrações podem ser inseridas no corpo do texto. Citações diretas com até três linhas devem estar entre aspas duplas, no corpo do texto. Acima de três linhas, devem ser destacadas no texto com recuo de 4cm, espaçamento simples, fonte corpo 10 (dez), seguindo o modelo de citação “(AUTOR, data)”.

Os/as autores/as devem encaminhar autorização de veiculação assinada, conforme modelo que pode ser encontrado aqui