Livro “Das plataformas online aos monopólios digitais”

O livro de Jonas Valente, “Das plataformas online aos monopólios digitais” já está disponível em formato de e-book pelo site da Amazon.

Sinopse:

As plataformas digitais se tornaram agentes fundamentais na vida social. Atividades diversas como leitura de notícias, busca de informações, interações, compras e pagamentos online e aplicativos para diversas práticas cotidianas são medidas por essas empresas. Muitas vezes vistas como intermediários neutros, esses grupos se tornaram as empresas com maiores valores de mercado do mundo, alcançam mais de três bilhões de pessoas em todo o planeta e definem como conhecemos, interagimos, falamos e nos relacionamos a partir de suas regras. O presente livro joga luz sobre esse fenômeno, discutindo a emergência das plataformas digitais e como elas ganharam tamanho poder a ponto de se tornarem monopólios digitais, agentes econômicos que usam a quantidade de usuários, sua base tecnológica e os dados coletados para espraiarem sua atuação para novos campos. O trabalho usa o caso da evolução do Facebook e do Google como exemplos da ascensão e transformação desses agentes como novos atores-chave na sociedade.

Pesquisadora da Economia Política das Comunicações lança livro sobre Comunicações e Crise

A professora da Universidade Federal do Ceará (UFC), Helena Martins, acaba de lançar a obra Comunicação em Tempos de Crise: Economia e Política pela editora Expressão Popular. A autora analisa a concentração midiática e suas consequências para a formação de visões de mundo e manutenção da hegemonia ideológica burguesa.

Martins usa como marco teórico a Economia Política da Comunicação e os escritos sobre hegemonia de Antônio Gramsci. A obra perpassa diversos temas como os monopólios nos setores das telecomunicações, radiodifusão e sites de redes sociais e as possibilidades de luta contra-hegemônicas A obra integra a coleção Emergências, fruto de parceria entre a editora Expressão Popular e a Fundação Rosa Luxemburgo.

O livro físico está disponível para a venda aqui. Também é possível adquirir o livro eletrônico gratuitamente aqui.

GP de Fotografia da Intercom Abre Chamada de Trabalhos para Livro

O Grupo de Pesquisa de Fotografia da Intercom está com chamada de trabalhos aberta para o livro “A Fotografia como Imagem, a Imagem como Fotografia”. Os artigos devem ser enviados até o dia 28 de fevereiro de 2019. O aceite ou recusa dos trabalhos serão divulgados até o dia 30 de abril de 2019 aos autores enquanto o lançamento do livro acontecerá em setembro de 2019 na Intercom.

Serão aceitas para avaliação contribuições de autores com titulação mínima de mestre. Cada trabalho não poderá ter mais de dois autores. Cada autor poderá submeter apenas um trabalho, seja como autor único ou como co-autor.

A obra será publicada em formato pdf e e-Pub, sob os termos da licença pública Creative Commons atribuição – não comercial (CC BY-NC), de acesso livre e para uso gratuito. Os trabalhos devem ser enviados para o e-mail anataismartins@icloud.com

A proposta da Chamada de Trabalhos é que a fotografia seja encarada como meio principal de mostrar e demonstrar resultados de pesquisa, ou seja, como imagem da pesquisa. Dessa forma, a parte principal do artigo a ser submetido deverá se constituir por um conjunto de imagens fotográficas realizadas pelo próprio autor, expressando visualmente os achados de uma investigação cujo tema e objetivos terão sido explicitados de modo mais ou menos formal – de acordo com a preferência de quem escreve – na parte verbal do artigo.

Os artigos devem compreender de 10 mil a 15 mil caracteres, contando-se os espaços, e de seis a doze fotos. Para a avaliação, os trabalhos devem ser enviados em arquivo único (texto + fotos), com as fotos comprimidas e incorporadas ao texto, na sequência esperada de sua leitura.

O arquivo a ser enviado para avaliação não deve ultrapassar 7MB, em formato Word, fonte Times New Roman, corpo 12, espaço 1,5, contendo título, resumo, três a quatro palavras-chave, titulação e filiação acadêmica do(s) autor(es) e, ao final, lista de referências.

A normalização deve ser feita de acordo com as regras ABNT e as referências no texto devem seguir o formato autor-data. Em caso de aprovação, serão solicitados aos autores os arquivos das fotos separadamente, em alta resolução, adequada para possível impressão.

 

Rede de Rádios Universitárias do Brasil abre Chamada de Capítulos para Livro

A Rede de Rádios Universitárias do Brasil (RUBRA) está recebendo capítulos para obra coletiva sobre Rádios Universitárias. O prazo para entrega dos textos completos é 31 de janeiro de 2019.

O objetivo da obra é sistematizar reflexões derivadas das experiências de ensino-aprendizagem desenvolvidas no âmbito de emissoras vinculadas a instituições de ensino superior públicas, privadas ou confessionais.

A coletânea, editada pela Comissão Científica da RUBRA, será publicada em formato e-book pela Editora CCTA-UFPB e em papel em editora a ser confirmada. O envio deve ser feito por e-mail, tendo no assunto “Livro da RUBRA” e o sobrenome do/a(s) autor/a(es), para os seguintes endereços: olgatavares@hotmail.com e nanealbuquerque@hotmail.com.

Apesar da importância das rádios universitárias no país, a produção e os espaços de discussão sobre o tema são escassos. Uma das exceções foi I Fórum de Rádios e TVs Universitárias, realizado durante o 40º Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação, promovido pela Intercom em Curitiba, em 2017, e o II Fórum, realizado em Joinville, em 2018, ocasião em se constituiu a Rede de Rádios Universitárias do Brasil (RUBRA).

Alguns dos tópicos de interesse para publicação no livro são:

– O papel social e cultural das rádios universitárias;
– A programação das rádios universitárias – Instrumentos de participação das comunidades interna e externa;
– Desafios à gestão de emissoras universitárias;
– Regulação da radiodifusão universitária;
– Experiências de ensino-aprendizagem em rádio e mídia sonora – O caráter formativo das emissoras universitárias;
– História de rádios universitárias;
– Inovação em radiodifusão universitária – Experimentação de novos formatos e linguagens

 

FORMATAÇÃO

Os textos devem ter até 35 mil caracteres, incluindo títulos, tabelas, figuras, mapas e referências. Não incluir resumo e palavras-chave. Informações de autoria devem vir abaixo do título, acompanhadas de currículo resumido, com extensão máxima de três linhas por autor/a.

O arquivo deve estar em Word e a formatação do texto deve seguir estes pontos: Fonte Times New Roman, corpo 12, espaçamento 1,5; Margens superior/inferior – direita/esquerda = 2,5 cm; Parágrafo com recuo na primeira linha 1,25; notas de rodapé: fonte Times New Roman, em corpo 10, espaçamento 1,0. O negrito deve ser usado, exclusivamente, para destacar subtítulos ou divisões do trabalho, sempre no mesmo corpo 12, em caixa alta e baixa.

A elaboração do texto deve seguir as seguintes indicações: título; nome do/a autor/a; instituição à qual está vinculado/a, texto incluindo considerações finais e referências, se for o caso. Referências bibliográficas devem ter os dados completos e seguir as normas da ABNT 6023 para trabalhos científicos.

Ilustrações podem ser inseridas no corpo do texto. Citações diretas com até três linhas devem estar entre aspas duplas, no corpo do texto. Acima de três linhas, devem ser destacadas no texto com recuo de 4cm, espaçamento simples, fonte corpo 10 (dez), seguindo o modelo de citação “(AUTOR, data)”.

Os/as autores/as devem encaminhar autorização de veiculação assinada, conforme modelo que pode ser encontrado aqui

GP de Rádio e Mídia Sonora da Intercom Recebe Artigos sobre Rádios Comunitárias para Livro

 

O Grupo de Pesquisa de Rádio e Mídia Sonora da Intercom está recebendo contribuições para o livro “Rádios Comunitárias no Brasil: 20 anos de Lei, Décadas de Lutas”. A obra contará com artigos que reflitam sobre a história, as políticas, legislação, os movimentos, a produção, as tecnologias, os conteúdos a recepção e a convergências nas emissoras comunitárias, e contará com o selo do Grupo de Pesquisa que chancela a publicação.

A coletânea pretende reunir estudos que tratem de temas como a sustentabilidade das emissoras, as apropriações de linguagens e tecnologias, a participação social na gestão e programação, as limitações e entraves do reconhecimento legal, os desafios da cultura da convergência, as competências de produção e recepção e os grupos e as relações de controle das rádios.

Os organizadores buscam reunir artigos oriundos de reflexões conceituais articuladas com as vivências das rádios comunitárias e estudos de casos que apresentem percursos e ou processos de produção e recepção de emissoras com alguns traços de comunicação comunitária, reconhecidos a partir das seguintes características: 1) Laços de pertencimento, 2) Gestão participativa, 3) Caráter público, 4) Autonomia, 5) Expressão contra-hegemônica: a contra-hegemonia se caracteriza por opor-se ao poder dominante.

As duas primeiras características são condições, na abordagem adotada pela coletânea, imprescindíveis para que uma emissora seja caracterizada como comunitária. Enquanto as três últimas estão relacionadas ao contexto político-social onde rádios estão inseridas e aos referenciais teóricos utilizados pelo pesquisador (a).

O livro é organizado pelo professor Ismar Capristiano e pelas professoras Catarina Oliveira e Márcia Vidal. Os artigos devem ser enviados até o dia 5 de dezembro para o e-mail livroradcom@gmail.com. A publicação deverá ter custo editorial.

Estrutura de capítulos do livro

Prospectamos a seguinte estrutura de capítulos com as seguintes temáticas de artigos:

1) História: radiadoras, emissoras referência e a organização dos movimentos de apoio e das rádios comunitárias.

2) Políticas da comunicação e legislação: a lei de radiodifusão comunitária, as rádios e a luta pela democratização da comunicação, a cidadania comunicativa e as políticas de comunicação.

3) Rádios Comunitárias em FM: a produção, as apropriações tecnológicas, os conteúdos e discursos e a recepção de emissoras comunitárias autorizadas e livres.

4) Convergência: as rádios comunitárias na internet, nas redes sociais (rádio expandido) e nos aplicativos.

Cada um destes capítulos terá um artigo introdutório dos organizadores da obra.

Submissão e Normas para os Autores

– O (a) autor (a) deverá enviar até o dia 5 de dezembro para os autores uma versão anônima para o e-mail livroradcom@gmail.com.

– O artigo deve conter entre 35 mil a 60 mil caracteres com espaço, incluindo referências, apêndices, anexos.

– Deve seguir as normas da ABNT.

– O artigo será examinado por dois pesquisadores da área com doutorado, devendo enviar o parecer até o dia 15 de dezembro;

– Caso haja discordância entre os pareceres, um terceiro pesquisador da área com doutorado será convidado para dar um parecer;

– O autor poderá ser solicitado a fazer modificações no artigo que condicionem sua publicação, até cinco dias após o envio do parecer.

– Haverá um custo editorial para publicação do livro que a depender das características do mesmo (quantidade de artigos aprovados), pode variar entre R$ 700,00 a R$ 900,00 que poderão ser pagos parceladamente no cartão de crédito, que deverá ser pago no momento do envio do livro à Editora Appris, data prevista 21 de dezembro.

– Lançamento: no Encontro Anual da Compós de 2019 e no Congresso Brasileiro de Ciência da Comunicação de 2019.

Editora da Universidade de Westiminster disponibiliza download gratuito de obra sobre Big Data e Ética

A Editora da Universidade de Westminster disponibiliza aqui o download gratuito do livro “The Big Data Agenda: Data Ethics and Critical Data Studies” de autoria de Annika Richterich. O livro faz parte da Coleção Critical, Digital and Social Media Studies Series

O livro chama atenção para o fato de que a capacidade de coletar, analisar e utilizar vastas quantidades de dados (de usuários) levanta questões éticas significantes. Annika Richterich fornece uma visão geral contemporânea do campo dos estudos críticos acerca do uso de dados que reflete sobre as práticas de coleta e análise de dados digitais.

O livro avalia em detalhe uma grande área da pesquisa sobre big data: estudos biomédicos, focados na vigilância epidemiológica. Estudos de caso específicos exploram como Big Data foi utilizado em trabalhos acadêmicos.

A autora considera que o uso de Big Data em pesquisas precisa ser considerado a partir da ética e da justiça social. Fazendo uso da ética do discurso e de estudos críticos sobre dados, Richterich argumenta que intersecções entre pesquisas acadêmicas que usam Big Data e corporações de Internet e Tecnologia têm emergido.

Em Consequência, são necessárias mais oportunidades para discutir e negociar práticas de uso de dados e suas implicações em valores compartilhados socialmente.

Uma versão eletrônica deste livro está disponível para download grátis aqui graças ao apoio de bibliotecas que trabalham com Kwowledge Unlatched (KU). KU é uma iniciativa colaborativa pensada para tornar aberto ao público o acesso a livros de alta qualidade.

O programa de acesso aberto pode ser acessado neste link.

Sumário:

1. Introduction
2. Examining (Big) Data Practices and Ethics
3. Big Data: Ethical Debates
4. Big Data in Biomedical Research
5. Big Data-Driven Health Surveillance
6. Emerging (Inter-)Dependencies and their Implications

O livro está disponível nas versões epub, mobi e PDF neste link.

E-book “Novos conceitos e territórios na América Latina” será lançado na IAMCR

O livro eletrônico “Novos conceitos e territórios na América Latina” será lançado no dia 18 de julho durante  a conferência da Associação Internacional de Estudos em Comunicação Social (IAMCR). O evento será realizado em Cartagena na Colômbia entre os dias 16 e 20 de julho.

Escrito em inglês e espanhol, a obra editada por Adilson Cabral, César Bolaño, Denize Araujo, Fernando Andacht e Fernando Paulino  contém um total de 33 textos divididos em cinco subtemas relacionados com nove países latino-americanos incluindo o Brasil:

Comunicação Audiovisual, Literatura e Artes;                                                                                                          Comunicação Política & Políticas Culturais;
Imagens e Imaginários Latino-americanos;
Cidadania, Democracia & Migração;
Convergências Tecnológicas, Youtube & Internet;

O livro já está disponível no portal pelo link

Chamada para livro digital do Politicom

igc_logoO Politicom (Sociedade Brasileira de Profissionais e Pesquisadores de Comunicação Política e Marketing Político) abre chamada para publicação de artigos em Livro Digital com o tema “Comunicação política e pública nas mídias digitais”. As submissões podem ser feitas até o dia 20 de setembro.

O objetivo principal é reunir artigos que reflitam sobre os processos da comunicação política na Era da informação e como o Brasil figura neste cenário cada vez mais acirrado mundialmente. Podemos transitar entre a esfera hacker, criptogoveno, transparência, ciberativismo e democracia na comunicação (a partir das novas mídias).

Mais informações para Rose Vidal (diretora editorial do Politicom) pelo email: rosevidal@yahoo.com.br

Intercom disponibiliza ebook sobre paradigmas comunicacionais

intercomlivroA Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação (Intercom) tornou disponível em seu site o livro eletrônico “Ciências da comunicação em processo: paradigmas e mudanças nas pesquisas em comunicação no século XXI”. Organizado por Osvando J. de Morais, o livro apresenta artigos que representam os Grupos de Pesquisa da entidade.

O ebook é dividido em cinco partes: Teorias, Dimensões e Reconfigurações: Jornalismos, Publicidade e Propaganda, Relações Públicas e Comunicação Organizacional;  Comunicação Audiovisual, Fotografia, Televisão e outras Mídias; Multimídia e Interfaces Comunicacionais: Culturas, Conteúdos Digitais e Convergências Tecnológicas; Mídia, Cultura e Tecnologias: Comunicação, Comunidades e Espaço; e Interdisciplinaridades, Teorias e Dimensões Sígnicas.

Na quinta parte consta o artigo “As mutações do objeto de estudo e a contribuição da EPC para a renovação do campo comunicacional”, de autoria de Ruy Sardinha Lopes (USP), coordenador do GP Economia Política, Informação e Cultura. No artigo, Lopes apresenta o histórico de constituição dos estudos neste subcampo comunicacional, vindo das reflexões internacionais às brasileiras, tendo em vista o entendimento da importância da EPC em se repensar o campo das Ciências da Comunicação em sua totalidade.

Para baixar, acesse: http://migre.me/p0byD

Ficha Técnica

Autor : Osvando J. de Morais (org.)

Resumo :
O objetivo principal da publicação deste Livro é contribuir a partir da análise das pesquisas apresentadas em cada GP, à luz das Teorias da Comunicação, as questões que envolvem novas abordagens, novas metodologias, com leituras e discussões de autores que refletem sobre o século XXI, como um Mapa do desenvolvimento da Área em contínua transformação. Os resultados relevantes de suas pesquisas estudadas em profundidade por cada participante dos GP’S contribuem para o desenho deste mapeamento em processo.

Editora : Intercom, 2015.

Formato : pdf

 

 

Disponível para download livro do Intervozes sobre as manifestações de junho de 2013

vozes-silenciadas-capa-final-211x300Por Intervozes

Em junho de 2013, o país foi surpreendido por uma série de protestos replicados em diversas cidades, reunindo multidões e causando a paralisação de grandes centros urbanos. Foram as maiores manifestações desde as “Diretas Já” na década de 1980 e do “Fora Collor” na década de 1990. Os protestos das “Jornadas de Junho”, ou simplesmente as “Manifestações de Junho” nasceram da reivindicação contra o aumento da tarifa do transporte público e se expandiram, na sua fase final, para bandeiras e mais difusas e menos pontuais.

Para o Coletivo Intervozes, os protestos de junho refletem um momento significativo de mobilização social que deve ser comemorado e também melhor compreendido. Um dos elementos importantes neste processo é a comunicação social. Tanto as os novos meios (mídias sociais, comunicação móvel) quanto os meios tradicionais (mass media, jornalismo formal) desempenharam papeis importantes. Serviram como caixas de ressonância para as vozes dos diversos atores que compuseram este enredo. Porém, se as mídias digitais serviram como ferramenta de mobilização e ampliação dos protestos, de que forma ocorreu a cobertura do mass media? Como os principais jornais brasileiros trataram o tema e seus atores?

Para responder a estas questões ou pelo menos tentar esclarecê-las surgiu assim esta pesquisa ainda em 2013. Optou-se pela escolha de 3 importantes veículos de jornalismo online como objetos de estudo: Estadão, Folha de S. Paulo e O Globo e considerou-se que este seria um extrato representativo da mídia brasileira, até porque constituem jornais de grandes conglomerados de mídia atuantes no país. Quanto ao recorte temporal, optou-se pela análise dos 19 primeiros dias de junho por abarcar os momentos principais dos protestos e comportar uma quantidade significativa de matérias. Após a extensa coleta de dados e triagens de informação a análise foi realizada em um conjunto final de 964 matérias analisadas, somando os três veículos.

O estudo foi coordenado e executado pelo professor Sivaldo Pereira da Silva, da Universidade Federal de Alagoas (UFAL) e Universidade de Brasília (UnB). Envolveu uma equipe de pesquisadores do Centro de Formação e Extensão em Comunicação, Democracia e Direitos Humanos (Coscentro) da UFAL no processo de coleta de dados e dupla checagem de informações.

Esperamos que a pesquisa possa contribuir para o entendimento histórico do que significaram as Manifestações de Junho e também sirva como registro da ação mediadora dos meios de comunicação neste processo. Uma mediação nem sempre pacífica e, como demonstram os dados, nem sempre adequada aos princípios normativos que regem a boa prática jornalística.

Para baixar, acesse: http://intervozes.org.br/arquivos/interliv009vozsmep-baixa.pdf