Revista Eptic e Grupo de Trabalho em EPICC da Clacso prorrogam prazo para submissão em dossiê

A Revista Eptic e o Grupo de Trabalho sobre Economia Política da Informação, Comunicação e Cultura da CLACSO prorrogaram, até o dia 17 de maio de 2021, a chamada para o Dossiê Temático Geopolítica das Comunicações.

As submissões devem ser feitas pelo site da revista que pode ser acessado aqui.

Esperam-se contribuições sobre:

-Transformações nos sistemas nacionais de comunicação, culturais e econômicos a partir das mudanças globais no capitalismo;

-Relações entre imperialismo tecnológico e desigualdades (territorial, de gênero, raça, acesso à informação, etc.);

-Os atores periféricos da indústria da infocomunicacional (cooperativa, comunitária, popular ou alternativa) e a disputa hegemônica pelo poder em cenários regionais e globais;

-Novas relações entre estados, sistemas de comunicação social e grandes plataformas digitais;

-Políticas nacionais e regionais de comunicação: situação atual e principais desafios;

– O direito à comunicação e as exigências dos cidadãos no cenário da infocomunicação global.

A chamada completa pode ser acessada aqui.

https://seer.ufs.br/index.php/eptic/announcement/view/300

“Comunicação, tecnologia e capitalismo de vigilância” é tema de dossiê na revista Paulus

A revista Paulus está recebendo contribuições, até o próximo dia 30 de setembro, para o dossiê “Comunicação, tecnologia e capitalismo de vigilância”. A Paulus é uma publicação da FAPCOM.

Os interessados devem seguir as normas de submissão do periódico que podem ser acessadas aqui e submeter seus artigos através do sistema OJS da revista.

Revista Mídia e Cotidiano recebe trabalhos para o Dossiê “A informação e o Mal”

A Revista Mídia e Cotidiano está recebendo, até o próximo dia 14 de junho, trabalhos para o Dossiê “A informação e o mal: disputas éticas, políticas e epistemológicas da Comunicação em tempos extremos” que tem previsão de publicação para setembro de 2021 em sua 3ª Edição do ano.

Os professores Marco Schneider (UFF e Ibict); Marco Antônio Bonetti (UFJF) e Rogério Christofoletti (UFSC) são os editores do dossiê. A Revista Mídia e Cotidiano é uma publicação do Programa de Pós-Graduação da Universidade Federal Fluminense (UFF).

De acordo com a chamada para trabalhos do dossiê que pode ser acessado aqui, “[O] mal da comunicação é a desinformação. Pode-se contestar a pretensão universal dessa afirmação com o argumento de que em alguns casos, como numa guerra, desinformar o inimigo é benéfico, e isso é inquestionável do ponto de vista estratégico. Porém, para além da questão estratégica, mas sem desconsiderá-la, a questão ética que se coloca é saber em que quadrante cada voz se situa em meio a complexas disputas de narrativas que não envolvem (diretamente) exércitos nacionais, mas projetos econômicos, culturais e sociais imbricados, com todas as suas nuances políticas e epistemológicas.”

Os editores do dossiê esperam a contribuição de pesquisadores que investigam questões como “anticiência, negacionismos, agnotologia, teorias conspiratórias e afins”, relacionados ao escopo da proposta do periódico.

Os autores interessados em publicar no dossiê devem seguir as normas de submissão da revista que podem ser acessadas aqui. Os trabalhos devem ser submetidos através do sistema OJS do periódico.

Comunicação nas Periferias é tema de dossiê na Revista Alterjor

A Revista Altejor está recebendo, até o dia 3 de novembro de 2020, contribuições para o dossiê “Comunicação nas Periferias”. A chamada contempla artigos e relatos de experiências escritos por comunicadores e pesquisadores que serão publicados na edição de janeiro de 2021. O dossiê terá organização da profa. dra. Mara Rovida (PPGCC-Uniso) e do prof. dr. Edgard Patrício (PPGCOM-UFC).

De acordo com a chamada para artigos do periódico, que pode ser acessada aqui, “[A] efervescência da produção comunicacional nos territórios periféricos em diversas localidades do Brasil tem chamado a atenção de pesquisadora(e)s da área”. Assim, o objetivo do dossiê é “reunir estudos, finalizados ou em desenvolvimento, sobre as várias possibilidades da comunicação das periferias”.

Como sugestões (não exaustivas) de temáticas alcançadas pelo escopo dessa chamada, propõem-se…

– A dimensão conceitual da comunicação das periferias;

– A relação entre o jornalismo das periferias e a mídia corporativa;

– A governança das iniciativas de comunicação das periferias;

– A relação entre a comunicação das periferias e seu território de atuação;

– Redes de iniciativas de comunicação das periferias;

– Sustentabilidade financeira das iniciativas de comunicação das periferias;

– A articulação entre a comunicação das periferias e os movimentos sociais;

– A credibilidade das iniciativas de jornalismo das periferias;

– A qualidade da produção da comunicação das periferias;

– O engajamento das populações das periferias à produção da comunicação das periferias;

– A inserção tecnológica na comunicação das periferias;

– A regionalidade como fator de produção do jornalismo das periferias;

– O diálogo social solidário vinculado à comunicação das periferias;

– Os processos de distribuição da comunicação das periferias;

– As condições de produção das iniciativas de comunicação das periferias;

– A pluralidade e o interesse público no jornalismo das periferias;

– As relações de trabalho nas iniciativas de comunicação das periferias;

– As estéticas da comunicação das periferias;

– As identidades profissionais do jornalismo das periferias.

Os artigos científicos e relatos de experiência, aceitos como submissões a esse dossiê, devem seguir às normas de publicação da Alterjor, que podem ser acessadas aqui. É obrigatório seguir as novas normas de cadastramento de dados, disponíveis aqui.

Também são aceitos relatos de experiências mistos (textos e imagens, como crônicas, por exemplo) ou não-textuais (ensaios fotográficos), que podem seguir uma estrutura diferenciada (livre) dos relatos de experiência textuais.

Eventuais pedidos de esclarecimentos, sobre essa chamada, podem ser enviados para Mara Rovida (mara.rovida@prof.uniso.br) / Edgard Patrício (edgard@ufc.br).

Revista Brasileira de História da Mídia recebe trabalhos para Dossiê História da Mídia e Saúde

A Revista Brasileira de História da Mídia (RBHM) está recebendo artigos para o Dossiê História da Mídia e Saúde até o dia 30 de setembro de 2020. A RBHM é editada pela Associação Brasileira de Pesquisadores de História da Mídia (Alcar).

Os editores convidados para esta edição são Igor Sacramento e Wilson Couto Borges, Pesquisadores em Saúde Pública pela Fiocruz e coordenadores do Núcleo de Estudos em Comunicação, História e Saúde (Nechs/Laces/Icict/Fiocruz). Além dos trabalhos submetidos ao dossiê, a revista recebe artigos e resenhas em fluxo contínuo sobre temáticas da história da mídia.

De acordo com o Call for Papers, que pode ser acessado aqui, “[N]o último século, a gripe espanhola, a febre dos papagaios, a gripe aviária, a aids, o ebola, a Influenza H1N1, a zika e, agora, a Covid-19 são algumas das epidemias globais que participaram de intensas crises sociais, mas também se configuraram como mecanismos de controle sobre os corpos e as populações”.

Ainda segundo a chamada da revista, “[A]lgo que não pode ser desconsiderado nos estudos históricos sobre saúde e doenças é o papel da mídia no processo social de produção de sentidos e de mecanismos de regulação moral”. Dessa forma, “[o] principal objetivo deste dossiê é reunir artigos que tratem do lugar dos discursos midiáticos nas construções de práticas, saberes e representações sobre saúde, corpos e doenças em diferentes contextos socioculturais”.

Portanto, os editores esperam textos que abordem os seguintes temas:

  • as figurações da saúde, do bem-estar e da qualidade de vida em narrativas midiáticas;
  • as relações entre mídia, ciência e poder;
  • a politização da ciência e a cientifização da política em contextos epidêmicos;
  • as controvérsias científicas em torno de medicamentos, vacinas, cuidados e tratamentos de doenças;
  • crise e promoção de controle dos corpos em contextos epidêmicos;
  • a construção da subjetividade contemporânea por meio das maneiras de definir e tratar os corpos considerados saudáveis, doentes, ociosos, produtivos, aversivos e normais;
  • a atuação do jornalismo como instância avaliadora das políticas, serviços e sistemas de saúde;
  • as representações dos corpos, da alimentação e das atividades físicas nas mídias;
  • as narrativas midiáticas relacionadas às doenças e às experiências do acontecimento;
  • mídias e memória social de doenças e epidemias;
  • narrativas (auto)biográficas sobre saúde, corporeidades e doenças.

Os interessados em submeter seus textos para o periódico devem fazê-lo pelo sistema OJS da revista, que pode ser acessado aqui, e seguir as diretrizes para autores da revista, disponíveis aqui.

Revista “Sobre Jornalismo – About Journalism – Sur le Journalisme” está recebendo artigos para o dossiê “As escritas do Jornalismo Esportivo”

A revista Sobre Jornalismo – About Journalism – Sur le Journalisme – está recebendo, até o dia 1 de outubro de 2020, contribuições para o dossiê “As Escritas do Jornalismo Esportivo”. Os artigos podem ser redigidos em espanhol, francês, inglês e português e serão avaliados pelo processo revisão anônima pelos pares.

Essa edição temática é organizada por Paul Aron (Université libre de Bruxelles, Bélgica), Laurence Rosier (Université libre de Bruxelles, Bélgica), Ruadhán Cooke (National University of Ireland, Galway), Marie-Eve Thérenty(Université Paul Valéry Montpellier3, França) e Ruben Arnoldo Gonzalez (Universidad Iberoamericana Ciudad de México, México)

O dossiê, de acordo com a chamada de trabalhos disponível aqui, é “fruto de pesquisas conduzidas no âmbito da rede Numapresse (http://www.numapresse.org/), visa aprofundar o conhecimento das escritas do jornalismo esportivo, recorrendo especialmente a abordagens disciplinares inusitadas na área e técnicas que possibilitam renovar sua compreensão, tais como a análise do discurso, a história, as humanidades digitais ou a poética do jornalismo”.

Os organizadores do dossiê sugerem diversas abordagens, entre elas:

1. As modalidades poéticas do jornalismo esportivo, já bem consolidadas no início do século XX, buscam narrar um evento e seus atores, em um contexto de competição entre os diferentes meios de comunicação de massa e entre os próprios jornalistas.

2. As condições organizacionais para a prática dos esportes evoluíram com o tempo; os espaços de trabalho, as ferramentas, as possibilidades de divulgação e formatação construíram gradualmente relações distintas entre escrita e jornalista. ?

3. O discurso esportivo faz parte do discurso social, que ele próprio ajuda a alimentar. É importante estudar suas interações. Acompanhada por imagens, alvo preferencial de manchetes e de efeitos de layout, a narração esportiva dificilmente pode ser concebida como um desempenho puramente textual. Assim, podemos questionar como os diferentes elementos da mídia se relacionam e geram seus efeitos um em relação ao outro? Como escrever um texto no reino do “ao vivo” da rádio, da televisão ou da Internet? Como a concorrência dos meios de comunicação de massa condiciona as respectivas narrativas das várias mídias? Mais amplamente ainda, como a escrita do esporte dialoga com as representações do mundo (nacionalismo, racismo, ativismo, sexismo), com o planejamento territorial ou o turismo. O discurso do esporte também pode ser profundamente político, quando inicia guerras (partida Honduras-Salvador) ou resolve conflitos (apartheid na África do Sul). Ou polêmico, quando lida com questões de gênero e transgênero, ou defende a elevação do e-sport (esporte eletrônico) ao nível olímpico.

4. O jornalismo esportivo está intimamente vinculado à língua. É enunciado em registros linguísticos variáveis, da narrativa ao monólogo restituído, do discurso de conivência ao discurso da distância, da gíria ao pastiche literário, do discurso técnico à linguagem comum. Isso remete ao léxico, mas também à sintaxe, aos códigos de expressão e à retórica.

A submissão on-line dos textos deve ser feita através de envio aos coordenadores do dossiê por e-mail aos coordenadores do dossiê: paul.aron@ulb.acbe; ruadhan.cooke@nuigalway.ie; flecam@ulb.be; ruben.arnoldo.gonzalez@gmail.com. Os artigos devem ter entre 30 a 50 mil caracteres com espaço, incluindo referências e notas de rodapé.

Revista Internacional de Comunicación y Desarollo abre chamadas de artigos para o Dossiê “Comunicación, Cooperación Internacional e Cooperación Cultural”

 

A Revista Internacional de Comunicación y Desarrollo da Universidade de Santiago abriu chamada de artigos para o Dossiê “Comunicación, Cooperación Internacional e Cooperación Cultural” a ser publicado em sua edição de número 10.

Os temas preferenciais são (1) a Comunicação de Cooperação Cultural e (2) A Cooperação Internacional na Comunicação. A data limite para recebimento dos artigos é 15 de abril de 2019.

Diretrizes para autores

Os trabalhos devem ser inéditos, e não estarem em processo de avaliação em nenhuma outra publicação. Ao enviar um artigo para a revisão, o autor se comprometem a não enviá-lo a outra publicação até que não se obtenha a resolução do Conselho Editorial.

As colaborações devem seguir o seguinte formato:

– Arquivos no formato .rtt, compatível com Word (.doc, .docx) ou Open Office (odt)
– Página tamanho A4
– Fonte Times New Roman, tamanho 12.
– Entrelinhas 1,5
– Número de Caracteres: 25.000 a 75.000 caracteres, incluindo os espaços.

Os artigos devem ser normalizados segundo a VI edição de normas da American Psychological Association (APA)

As línguas da Revista são Galego, Português e Inglês.

Acesse o site da revista aqui

Normas para Autores Completas aqui

Dossiê Especial Cultura e Pensamento, Vol. I – Dinâmicas Culturais

dossie_eptic_2006Os números especiais da Revista Eptic Online, intitulados “Economia da Cultura, Cinema e Sociedade”, tratarão de analisar o papel fundamental que a indústria cinematográfica está desempenhando nos nossos dias, no âmbito da cultura, tanto pelo moDesse modo, não podemos separar a indústria cultural das novas tecnologias e do lazer que, no seu conjunto, constituem atualmente a primeira fonte de riqueza nos países
desenvolvidos.

Revista EPTIC_CulturaePensamento_vol 1

Essa influência social do cinema, assim como sua repercussão econômica e cultural, alcança, em nossos dias, tanto âmbitos locais e regionais como nacionais e internacionais. Por isso, para discutir esse tema, é preciso encontrar ocasiões de diálogo sobre as necessidades e características diferenciadas desses espaços e pôr em contato os profissionais e acadêmicos que conhecem concretamente as dinâmicas particulares que os interesses dos diferentes agentes envolvidos determinam em cada um deles.

Por esse motivo, queremos aproveitar a oportunidade oferecida pelo programa Cultura e Pensamento do Minc, para reunir, em dois números especiais da Revista Eptic Online, uma quantidade expressiva de acadêmicos e profissionais, visando criar um espaço de debate inédito em nosso país, que oferecerá diferentes pontos de vista e elementos de análise e crítica que nos sirvam para entender o novo papel do cinema nas nossas sociedades. Contrastar as visões de indústrias cinematográficas altamente desenvolvidas, como as dos Estados Unidos, Índia, Coréia ou a União Européia, com a realidade brasileira e latino-americana, bem como apresentar uma discussão sobre as políticas nacionais e o desenvolvimento de pólos regionais de cinema, nos dará uma ampla perspectiva que, esperamos, possa favorecer a implantação de novas medidas de apoio e proteção para nossa cinematografia.

Este primeiro número do dossiê, intitulado “Espaço e Identidades”, conta com artigos de Alexandre Barbalho, Carlos Leal, Celina Alvetti, César Bolaño, David Montero Sánchez, Enrique Sánchez Ruíz, Graciela Presas Areu, Guillermo Mastrini, Jose Manuel Moreno, Martín Becerra, Sergio Caparelli, Sunny Yoon e Suzy Santos. A edição traz ainda uma entrevista especial com o cineasta Sergio Muniz, feita por Anita Simis.

A Dimensão crítica da EPC e sua luta epistemológica

Cesar Bolaño
Possui graduação em Comunicação Social Com Habilitação Em Jornalismo pela Universidade de São Paulo (1979), mestrado em Ciência Econômica pela Universidade Estadual de Campinas (1986) e doutorado em Ciência Econômica pela Universidade Estadual de Campinas (1993). Foi o fundador da Rede EPTIC, o primeiro presidente da União Latina de Economia Política da Informação, da Comunicação e da Cultura e presidente da Associación latinoamerica de los investigadores de la Comunicación – ALAIC. Atualmente é professor associado IV da Universidade Federal de Sergipe e diretor da Revista Eptic online.

Por Alain Herscovici