Calendário geral do XXVI Encontro COMPÓS

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A COMPÓS (Associação Nacional dos Programas de Pós-Graduação em Comunicação) anunciou o cronograma geral do Encontro Compós 2017, que ocorrerá de 06 a 09 de junho na Faculdade Cásper Líbero, em São Paulo-SP. A submissão de artigos para os Grupos de Trabalho da entidade poderão ser feitas de 16 de janeiro até às 18h do dia 16 de fevereiro de 2017.

São 17 os GTs em atuação na Compós: Comunicação e cibercultura; Comunicação e cultura; Comunicação e política; Comunicação e sociabilidade; Cultura das mídias; Epistemologia da comunicação; Estudos de jornalismo; Estudos e cinema, fotografia e audiovisual; Recepção: processos de interpretação, uso e consumos midiáticos; Comunicação e cidadania; Comunicação e experiência estética; Estudos de televisão; Imagem e imaginários midiáticos; Práticas interacionais e linguagens na comunicação; Memória nas mídias; Estudos de som e música; e Consumos e processos de comunicação.

PROCESSOS DE INSCRIÇÃO, FORMATAÇÃO E SUBMISSÃO DE TEXTOS

Inscrição: a inscrição é realizada diretamente no site da Compós em área designada para esse fim.

Formatação de trabalhosQuanto ao número de caracteres e outros elementos: O texto integral submetido à Compós deve ter, no máximo, 55.000 caracteres com espaços (incluindo títulos, resumo, abstract, notas de rodapé, referências bibliográficas). A formatação deve seguir o modelo de padronização (template) da Compós. Deve ser digitado em fonte Times New Roman, corpo 12, em espaço 1,5. Para quantificar-se o número de caracteres do trabalho, pode-se utilizar o menu “Ferramentas>Contar palavras>Caracteres (com espaço)” no Microsoft Word. Os trabalhos enviados com formatação fora do padrão (template) serão desclassificados.

Ao final do processo, devem ser enviados três arquivos: um em Word ou similar, e dois em PDF, um completo, com o(s) nome(s) do(s) autor(es) incluso(s), e outro sem indicação de autoria. Isto se faz necessário para assegurar o blind review por parte dos pareceristas que serão mobilizados pelos GTs.

Submissão de trabalho: cada autor apenas pode submeter um único trabalho, seja como autor ou coautor. No caso de coautoria, os passos são os seguintes: 1) todos os proponentes devem estar inscritos; 2) um dos autores acessa a área reservada e, ao longo do processo, inclui os demais autores por nome e CPF (para brasileiros) ou nome e número do passaporte (para estrangeiros). Em caso de coautoria, é necessário indicar, no ato da inscrição, quem apresentará o trabalho, para fins de financiamento. Não há possibilidade de troca posterior de pesquisador financiável (conforme deliberação do Conselho em 14/10/2015).

Efetivação da inscrição: inscrições apenas são efetivadas posteriormente à comprovação do processo de pagamento.

DA INSCRIÇÃO E SUBMISSÃO DE ARTIGOS: PERÍODO E TAXAS

Após a divulgação no site da Compós dos títulos dos trabalhos inseridos no sistema para avaliação nos GTs, haverá um prazo máximo de 24 horas, horário de Brasília, para apresentação de pedidos de revisão, os quais devem ser encaminhados via sistema de submissão da Compós.

A divulgação dos trabalhos aceitos ocorrerá até 30 de março.

DA INSCRIÇÃO PARA PARTICIPAR DO ENCONTRO

1º período –  De 03 de abril a 20 de abril de 2017 – Docentes (doutores, mestres e outros profissionais não matriculados em cursos de pós-graduação): R$ 330,00; Discentes de cursos de mestrado e doutorado e de graduação: R$ 240,00.

2º período –  De 21 de abril a 04 de maio de 2017 – Docentes (doutores, mestres e outros profissionais não matriculados em cursos de pós-graduação): R$ 495,00; Discentes de cursos de mestrado e doutorado e de graduação: R$ 320,00. 

CALENDÁRIO DO PRÊMIO COMPÓS TESES E DISSERTAÇÕES EDUARDO PEÑUELA 2017

Submissão dos trabalhos no site: até 17 de março de 2017 – 18h, no horário de Brasília

Divulgação dos resultados: 24 de maio

Para acessar o regulamento: http://www.compos.org.br/premios.php

 

Inscrições abertas para o Seminário Mídia e Educação/UFRJ

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O Grupo de Pesquisa Mídia, Jornalismo Audiovisual e Educação (MJAE), do Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Cultura da Escola de Comunicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro (PPGCOM-ECO/UFRJ), convida professores, alunos e demais interessados para o Seminário Mídia e Educação, que acontece nos dias 06 e 07 de dezembro, das 9h às 16h, na Casa da Ciência, no campus da Praia Vermelha da UFRJ.

O seminário reunirá pesquisadores e professores de diferentes instituições que refletem sobre diálogos possíveis entre as áreas da Comunicação e Educação e processos de ensino e aprendizagem capazes de interagir com a cultura das mídias para a promoção do exercício da cidadania. Veja a programação do evento no site http://www.mjae.com.br/Notícias.php.

inscrição é gratuita e pode ser feita a partir do link http://migre.me/vjspW, mas necessita de confirmação. Os participantes que comparecerem aos dois dias do evento e realizarem a avaliação presencial do seminário, serão certificados.

A Casa da Ciência fica na Rua Lauro Müller, nº 3, em frente ao Shopping Rio Sul e ao lado do antigo Canecão entre os bairros de Botafogo e da Urca no Rio de Janeiro.

Contatos pelo e-mail seminariomidiaeeducacao@gmail.com

Página do evento no Facebook: https://www.facebook.com/events/1659778597668695/

Intervenção na Rede Minas: mais um golpe na comunicação pública

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Por Coordenação Executiva do FNDC

O Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação (FNDC) repudia a grave intervenção na TV pública de Minas Gerais, a Rede Minas, que resultou na dispensa de seu presidente, Israel do Vale, além de outros dois diretores, na semana passada. A decisão ameaça a continuidade de um projeto de comunicação pública pautado pela autonomia editorial, a diversidade e a pluralidade de conteúdos. Gera uma ruptura preocupante, num momento promissor, e coloca sob risco uma proposta inovadora, na iminência da implantação do projeto de TV digital interativa.

Presidente da Associação Brasileira de Emissoras Públicas, Educativas e Culturais (Abepec) e representante da entidade na Executiva do FNDC, Israel do Vale foi, nestes quase dois anos à frente da TV, um dos principais entusiastas e responsáveis pela mudança jurídica e institucional em curso, que cria uma empresa pública para abrigar a Rede Minas e a Rádio Inconfidência, amplia o Conselho Curador, abre caminho para a efetivação do Conselho Estadual de Comunicação Social e propõe a realização de um Plano Estadual de Comunicação.

Sua saída, em conjunto com os dois principais gestores de conteúdo, Ana Tereza Brandão e Tulio Ottoni, responsáveis diretos pela implantação dos conceitos e diretrizes do projeto, coloca sob risco o princípio constitucional da complementariedade de sistemas de comunicação, na medida em que os novos gestores já sinalizam com um redirecionamento editorial que pode caracterizar cada vez mais a Rede Minas como TV estatal, e não pública.

Na transição que se vive para a nova Empresa Mineira de Comunicação, cria-se um ambiente favorável para assegurar conquistas cidadãs, como a ampliação de dinâmicas participativas, a disseminação de instrumentos de transparência (de dados, dos processos decisórios) e a adoção de mandato para o presidente, indicado pela sociedade e preferencialmente escolhido pelo Conselho Curador. Mas o movimento brusco do momento sinaliza na direção inversa.

Assim como tem ocorrido com a Empresa Brasil de Comunicação (EBC), a intervenção na comunicação pública em Minas Gerais é uma grave ameaça à liberdade de expressão e ao direito à comunicação do conjunto da população mineira. Além disso, viola o dispositivo constitucional que prevê a autonomia das emissoras públicas em relação a governos e ao mercado.

Frente a mais esse ataque, o FNDC seguirá denunciando e lutando contra os seguidos ataques à liberdade de expressão em curso no país! #CalarJamais.

Brasília, 26 de outubro de 2016     

Coordenação Executiva do FNDC.

Formada a Rede Celso Furtado de Pesquisa em Comunicação, Cultura e Desenvolvimento (COMCEDE)

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Com César Bolãno

Foi realizado no dia 04 de outubro o seminário “Comunicação, cultura e desenvolvimento: pensando com Furtado o seminário”, pré-evento do Congresso da ALAIC, na Cidade do México. Além das apresentações sobre a temática do evento, foi criada formalmente a Rede Celso Furtado de Pesquisa em Comunicação, Cultura e Desenvolvimento (COMCEDE).

Na mesa de abertura, falaram Fernando Oliveira Paulino (representando a ALAIC), Rosa Freire d’Aguiar (representando o Centro Celso Furtado), que proferiu a palestra principal, e César Bolaño (coordenador, representando o grupo OBSCOM/CEPOS, da UFS e a Rede EPTIC). Este último apresentou a proposta original da rede e a sua situação atual.

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Em seguida, os seguintes autores apresentaram seus trabalhos: Erick Torrico (Comunicação participativa e desenvolvimento rural), Arturo Guillen (Considerações sobre estruturalismo latino-
americano e desenvolvimento), Anita Simis (Política Cultural), Calos Figueiredo e Maria Luiza Franco Brusse (Comunicação, política e criatividade).

O debate girou em torno dos temas apresentados e das perspectivas de desenvolvimento da Rede. Dois temas foram definidos como chave para os próximos encontros:

1. A cultura como eixo estruturante das políticas de desenvolvimento e a crítica do desenvolvimento na perspectiva de Furtado, o que inclui a revisão crítica das experiências neo desenvolvimentistas, ou neopopulistas, recentes na América Latina.

2. Comunicação, poder e trabalho jornalístico, com a participação de jornalistas e intelectuais voltados ao debate crítico sobre o campo, considerando as hierarquias que o atravessam, a relação capital-trabalho e suas consequências sobre as práticas jornalísticas e os processos de trabalho no setor, a comunicação popular, sindical, participativa, alternativa, na perspectiva, tanto da economia política da comunicação e da cultura, como das teorias do jornalismo.

 

Chamada de artigos sobre “arqueologia” da EPC da Revista EPTIC

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A REVISTA EPTIC, produzida pelo Observatório de Economia e Comunicação (OBSCOM) da Universidade Federal de Sergipe (UFS), informa que está aberta até o dia 20 de fevereiro de 2017 a chamada de trabalhos para a edição de janeiro-abril, vol.19, n.1 que terá como tema de seu dossiê temático “Hipótese substancial, valor e produção simbólica: uma “arqueologia” da Economia Política da Comunicação.

Ementa

I) O tema do valor sempre foi presente na Ciência Econômica: desde sua fundação, com a escola fisiocrática, no século XVIII, até hoje, esta problemática é presente, implícita ou explicitamente, na maior parte dos debates teóricos; de Adam Smith à Ricardo, Marx e Sraffa, no que concerne à Escola Clássica e seus desenvolvimentos modernos, de Jevons, Menger e Walras até a teoria das expectativas racionais, no que diz respeito à escola neoclássica. Além de suas diferenças, essas diferentes escolas, incluindo o marxismo, adotam a hipótese substancial: esta hipótese parte do princípio segundo o qual os bens econômicos, ou as mercadorias, possuem um valor intrínseco.

A hipótese substancial corresponde a um duplo processo de reificação e de universalização: reificação pelo fato das trocas se limitarem à troca de bens materiais (coisificação) negando a dimensão social da troca (Dumont, 1985, p. 128) – universalização pelo fato dessas características dos bens ou das mercadorias não dependerem de determinadas especificidades sociais e históricas.

II) Vários abordagens permitem refutar a hipótese substancial: a análise ligada à Antroplogia Econômica moderna (por exemplo Polanyi,  1983) a refuta,  mostrando que, nas sociedades não capitalistas, as relações econômicas são embutidas (embedded) no sistema de relações sociais.

Orléan (2011), no âmbito de uma análise econômica heterodoxa diretamente ligada a Keynes, a Akerlof,  Grossman e Stiglitz, demonstra que o valor econômico é o produto de relações sociais historicamente determinadas.

III) Encontramos a mesma oposição na Sociologia da Cultura. A Escola de Frankfurt, a partir dos trabalhos de Adorno e Benjamin, raciocina a partir da hipótese segundo a qual a obra de arte possui um valor intrínseco, ou seja, universal: é apenas a partir desta hipótese que é possível afirmar que a indústria cultural em geral constitui uma forma “degenerada” de Cultura, em relação à perda da aura (Benjamin), e que o jazz não é uma gênero musical à part entière (Adorno).

Bourdieu, ao contrário, ressalta a importância dos determinismos sociais nas modalidades de constituição do campo cultural e das mediações que esses determinismos permitem construir, o que ressalta a dimensão histórica  do valor cultural; o princípio do Habitus (Bourdieu, 1979) ilustra perfeitamente este mecanismo.

IV)  Outro campo de questionamento é dado pela  Economia Política da Cultura. Para estes economistas, já nos anos setenta, o setor das produções culturais apresentava particularidades econômicas relativas à determinação de seu valor, às estruturas dos mercados e às modalidades de valorização econômica que o distanciava da hipótese substancial: (a) não existe relação entre os custos de produção e as receitas ligadas à valorização econômica desses bens e serviços (b) na ausência de um preço regulador, esses mercados são altamente especulativos (c) consequentemente, esta valorização é particularmente aleatória e (d) não é possível determinar “objetivamente” um valor fundamental para esses bens.

V) Se, inicialmente, tal questionamento pôde ficar restrito ao setor da Cultura, as mudanças estruturais do capitalismo e o desenvolvimento, a partir dos anos 90, de todas as formas de capital imaterial (Direitos de Propriedade Intelectual, patentes, marcas etc) e das redes sociais implicaram a extensão dessas lógicas à maior parte da Economia;  assim, os problemas teóricos e empíricos relativos à Economia da Cultura se relacionam atualmente com a maior parte da produção social.

VI) A generalização dos problemas teóricos e empíricos anteriormente restritos à Economia da Cultura geram novas problemáticas epistemológicas: nenhuma matriz teórica “tradicional”  na Ciência Econômica tem atualmente condições de resolver esses novos problemas próprios às diferentes formas de capital imaterial desenvolvidas no capitalismo pós-industrial, nem a matriz clássica ligada ao valor trabalho, nem a neoclássica que utiliza a teoria subjetiva do valor utilidade.

Do ponto de vista da construção de uma “arqueologia do conhecimento”, no sentido empregado por Foucault (1966), a Economia da Cultura foi pioneira em relação à Ciência Econômica.

VII) O presente dossiê almeja tratar deste tipo de problemática. Esta discussão, diretamente ligada à Epistemologia da Economia Política, é hoje uma questão de primeira importância: ela deveria rever, e eventualmente modificar, certas hipóteses que constituem seu núcleo duro, para se adequar às novas realidades que caracterizam o capitalismo pós-industrial, e contribuir assim para o fortalecimento do Programa de Pesquisa Científica da Economia Política da Comunicação.  

Referências bibliográficas

BOURDIEU, Pierre. La Distinction. Critique sociale du jugement. Paris: Les éditions de minuit, 1979.

DUMONT, Louis.  Homo aequalis. Genèse et épanouissement de l’idéologie économique. Paris: NRF, Editions Gallimard, 1985.

FOUCAULT, Michel. Les mots et les choses. Une archéologie des sciences humaines. Paris: Gallimard, 1966.

ORLÉAN, André. L´empire de la valeur. Refonder l´Économie. Paris: Éditions du Seuil, 2011.

POLANYI, Karl.  La Grande Transformation. Aux origines politiques et économiques de notre temps. Paris: Editions Gallimard, 1983.

Revista

Além do dossiê, o periódico, avaliado como B1 pelo Qualis Capes (Área CSA1), segue recebendo contribuições para as suas outras sessões. A Revista Eptic  recebe colaborações, na área de Economia Política da Informação, da Comunicação e da Cultura, em forma de Artigos, Ensaios, Relatos de Pesquisa, Entrevistas e Resenhas inéditos em periódicos nacionais, que poderão ser redigidos em português, espanhol, francês ou inglês.

Exige-se dos autores das seções ARTIGOS E ENSAIOS e DOSSIÊ TEMÁTICO a titulação mínima de mestree que os mesmos sejam resultantes de estudos teóricos e/ou pesquisa. A seção INVESTIGAÇÃO aceita artigos, fruto de pesquisa em desenvolvimento ou concluída, também de mestrandos e doutorandos, que também podem enviar resenhas de livros para publicação.

Coordenador do Dossiê  Temático: Prof. Dr Alain Herscovici

Prazo para submissão de artigos: 20/02/2017

Mais informações: www.revistaeptic.ufs.br

Revista Dito Efeito recebe trabalhos até 30 de novembro de 2016

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A publicação acadêmica Dito Efeito (ISSN 1984-2376) está recebendo artigos, entrevistas, resultado de pesquisas e resenhas. Os interessados em publicar textos na edição do segundo semestre de 2016 têm até o dia 30 de novembro de 2016 para encaminhar trabalhos diretamente no portal da revista: https://periodicos.utfpr.edu.br/de

A revista publica semestralmente artigos inéditos de autores brasileiros e estrangeiros em português e/ou em uma segunda língua (inglês ou espanhol), com o objetivo de divulgar produções científicas que contribuam para o avanço das pesquisas na área da Comunicação.

A Dito Efeito (Qualis B5 – CSA1) recebe trabalhos dos campos do Jornalismo, Publicidade e Propaganda, Relações Públicas, Comunicação Organizacional, Cinema, História da Mídia, Educomunicação, Comunicação Comunitária e áreas afins.

Chamada para SEMIC 2016 – Mídia, Corrupção e Poder

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Os pesquisadores e estudantes interessados em inscrever artigos para apresentar nos grupos de trabalho (GTs) dos Seminários de Mídia e Cidadania e de Mídia e Cultura (Semic) terão alguns dias a mais para prepararem seus trabalhos. Atendendo a pedidos, o período de submissão de artigos terá prazo maior, será encerrado apenas no dia 2 de novembro. Os seminários serão realizados na Faculdade de Informação e Comunicação da Universidade Federal de Goiás (UFG) de 6 e 8 de dezembro. As inscrições são gratuitas e estão abertas também para ouvintes.

O evento levantará a discussão do tema “Mídia, Corrupção e Poder”, mas promoverá muitos outros debates em seus 11 GTs. Os grupos se dividem em: 1) Jornalismo e Cidadania; 2) Cidadania e Leitura Crítica da Mídia; 3) Representações Sociais e Comunicação; 4) Mídia, Cidadania e Direitos Humanos; 5) Comunicação, Cultura e Imaginário das Organizações; 6) Comunicação e Religiosidade; 7) Corpo, Subjetividade e Gênero; 8) Narrativas, Entretenimento e Tecnologia; 9) Interfaces Comunicacionais; 10) Narrativas Midiáticas e Consumo; 11) Comunicação, Transgressão e o Bem Viver.

Os grupos de trabalho se reunirão nos dias 7 e 8 de dezembro, das 14 horas às 18 horas, sob a coordenação de professores do Programa de Pós-Graduação em Comunicação da UFG, responsável pelos seminários já realizados há 10 anos. Os artigos aprovados para serem apresentados nas reuniões serão divulgados em 18 de novembro. Os autores terão até o dia 21 para fazerem as adequações necessárias em seus trabalhos.

Mais informações em: http://ficufg.blog.br/semic/inscricoes-2016/

v.18, n.2 (2016)

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Revista Eletrônica Internacional de Economia Política da Informação, da Comunicação e da Cultura DOSSIÊ TEMÁTICO: Cinema: suas políticas e sua economia (2)

Chamada de trabalhos – Revista Comunicação Midiática

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A equipe editorial da Revista Comunicação Midiática, do Programa de Pós-Graduação em Comunicação da UNESP (Brasil), convida autores para enviar trabalhos para a edição janeiro-abril de 2017 (v.12, n.1), com chamada aberta até 31 de outubro.

A publicação aceita artigos de doutores, ou doutores em co-autoria com doutorandos, para as seções Cultura e Mídia, Linguagens Midiáticas e Políticas de Comunicação. A seção de Resenhas recebe contribuições de autores que sejam pelo menos estudantes de pós-graduação stricto sensu (Mestrado e Doutorado).

As diretrizes, critérios e normas de submissão e formatação dos trabalhos estão disponíveis aqui.

Nota de protesto de membros dos comitês assessores contra os cortes dos recursos do CNPq

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Nesta semana, os membros dos Comitês Assessores do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), ao chegarem em Brasília, para realizar o julgamento dos processos referentes à demanda de Produtividade em Pesquisa, foram surpreendidos pela informação de que o CNPq poderia aplicar um corte de 20 a 30% das bolsas ativas nesta rodada, caso persistam os cortes orçamentários aos quais o CNPq vem sendo submetido. Ressaltamos que a bolsa de Produtividade em Pesquisa é de importância estratégica para a manutenção de condições mínimas de sobrevivência da pesquisa científica nacional. Os pesquisadores contemplados com esta bolsa são sistematicamente avaliados, possuindo altos níveis de produtividade acadêmica e científica no Brasil. O corte de tal auxílio à pesquisa certamente virá a reduzir o já combalido quadro de financiamento do avanço científico e tecnológico, de que o nosso país tanto necessita.

O quadro atual, no entanto, não representa grande novidade. Já há alguns anos, algumas modalidades de auxílio do CNPq vêm sofrendo significativas reduções, acompanhando a própria trajetória de dificuldades orçamentárias que a agência vem enfrentando. Agravando esta situação deste momento, ações do atual governo, materializadas na PEC 241 e no PLS 594, propõem uma redução ainda mais drástica de recursos federais para o desenvolvimento em CT&I. Estes cortes representam um retrocesso histórico em relação às conquistas neste século. No caso do desenvolvimento em CT&I, sabemos que a manutenção – e a ampliação constante – dos Editais Universais e das bolsas de Iniciação Científica e Produtividade em Pesquisa – são fundamentais para a continuidade de projetos de pesquisa em andamento e a formação mais ampla de recursos humanos em nosso país, de modo a não comprometer as próximas gerações.

Nesse sentido, nós, pesquisadores e membros dos CAs, vimos manifestar a nossa posição contrária a possíveis cortes de bolsas de Produtividade e aproveitamos para reafirmar a necessidade da plena recomposição das bolsas de Iniciação Científica, assim como a regularização do pagamento dos Editais Universais já aprovados, o mais rapidamente possível. Entendemos que qualquer medida de corte ou restrição orçamentária poderá interromper os esforços que vêm sendo feitos para o desenvolvimento em Ciência, Tecnologia e Inovação em nosso País.

Brasília, 20 de outubro de 2016.

Acacia Angeli, Adimir dos Santos, Akemi Ino, Almerinda S. Lopes, Ana Ivenicki, Antônio Vicente Garnica, Bethania Mariani, Carlos Caroso, Carola Dobrigkeit Chinellato, Celia Anteneodo, Charbel El-Hani, Cicilia Peruzzo, Dalila Andrade Oliveira, Danilo Streck, Denise Elias, Durval Muniz de Alburquerque Junior, Emil Albert Sobottka, Enicía Gonçalves Mendes, Eugenio Andrés Díaz Merino, Fatima Santos, Fernando Pontes, Gardenia Abbad, Gladis Massini Cagliari, Heraldo Silva da Costa Mattos, Isaltina Gomes, Itania Maria Mota Gomes, Jacob Carlos Lima, Jane Beltrão, João Bosco Ribeiro do Val, João Freire Filho, Jupira Gomes de Mendonça, Leonardo Santos, Lucia Maria Bastos P. Neves, Luciana Del-bem, Lucidio Bianchetti, Luís Carlos B. Crispino, Luiz Carlos Soares, Luiz Fernando Ramos, Manoel Antônio Santos, Margareth da Silva Pereira, Margarita Barretto, Maria Aparecida Crepaldi, Maria Elizabeth Bianconani de Almeida, Maria Helena Pereira Toledo Machado, Marina Maciel Abreu, Patrícia Birman, Patricia Melo Sampaio, Regina de Fátima Peralta Muniz Moreira, Ricardo Ruther, Selma Simões de Castro, Tarcísio Passos Ribeiro de Campos, Virginia Pontual, Yolanda Guerra.