Lusocom recebe trabalhos para Congresso em Moçambique

Estão abertas as inscrições para a XIII Conferência da Federação Lusófona de Ciências da Comunicação (Lusocom) que acontecerá nos dias 28, 29 e 30 de Novembro, em Maputo, Moçambique. As propostas de trabalho podem ser submetidas até ao dia 20 de maio, através do formulário de envio disponível no site do congresso (aqui). A notificação de aceitação será comunicada até ao dia 15 de junho.

Os trabalhos podem ser apresentados em dezesseis grupos temáticos: Comunicação, Arte e Design, Comunicação e Educação, Comunicação e Representações Identitárias, Comunicação, Informação e Desenvolvimento, Comunicação Organizacional, Comunicação e Cultura, Comunicação Visual, Estudos Culturais e de Género, História dos Média, Indústrias Culturais e Criativas, Jornalismo, Publicidade, Rádio e Televisão, Redes Sociais e Cultura Digital, Sociedade da Informação e Políticas da Comunicação e Sociologia da Comunicação

Os autores devem enviar um resumo de até 500 palavras, acompanhado de título e cinco palavras-chave; e têm até o dia 31 de janeiro de 2019 para entregarem os textos completos para que façam parte das atas do evento.

As inscrições podem ser feitas até o dia 30 de setembro com tarifas promocionais (100 € ou U$ 125 para pós-graduandos e professores, e 50 € ou U$ 65 para graduandos). Após esse prazo as tarifas aumentam de preço e as inscrições podem ser feitas até o dia 15 de novembro com tarifas mais altas (150 € ou U$ 180 para pós-graduandos e professores, e 75 € ou U$ 95 para graduandos).

O tema desta edição é “Comunicação e Informação para o Desenvolvimento”, reconhecendo que a comunicação e a informação são, historicamente, instrumentos impulsionadores de mudanças, da busca da paz e de desenvolvimento das sociedades.

Neste âmbito, a organização convida os investigadores de todos os países lusófonos a contribuir para o debate com trabalhos que se inscrevam nessa perspetiva. Serão bem acolhidas propostas de trabalho que, em cada grupo temático, tenham presente estes temas e os discutam na perspetiva da Lusofonia.

A organização do evento está a cargo da Associação Moçambicana de Ciências da Informação e da Comunicação (Acicom) e conta com apoio da Sopcom e Intercom.

Entidades de Pesquisa em Comunicação lançam Carta Aberta sobre a Situação Política do Brasil

Entidades de pesquisa em comunicação, representadas por seus respectivos presidentes, lançaram uma carta aberta à Comunidade Acadêmica Internacional acerca da situação política no Brasil que vem se deteriorando desde o impeachment da presidenta Dilma e da posse do Presidente Temer em 2016.

O documento faz um apanhado da conjuntura brasileira citando, entre outros acontecimentos, o Assassinato da vereadora da cidade do Rio de Janeiro Marielle Franco (PSOL-RJ) e os congelamentos dos gastos públicos por 20 anos, o que prejudica os investimentos em saúde e educação, e suas conquências para a educação superior e a pesquisa acadêmica no Brasil.

A carta (em inglês) pode ser lida aqui

O documento é assinado por:

Alessandra Meleiro – Professora do Fórum Brasileiro para o Ensino de Estudos de Cinema e Audiovisual (FORCINE)
Ana Regina Rego – Presidente da Associação Brasileira de Pesquisadores de História da Mídia (ALCAR)
Cesar Bolaño – Presidente da União Latina da Economia Política da Informação, Comunicação e Cultura, Capítulo Brasil (ULEPICC-Br)
Giovandro Ferreira – Presidente da Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares em Comunicação (INTERCOM)
Ismar de Oliveira Soares – Presidente da Associação Brasileira de Pesquisadores e Profissionais em Educomunicação (ABPEducom)
Marcelo Bronosky – Presidente da Associação Brasileira de Ensino de Jornalismo (ABEJ/FNPJ)
Monica Martinez – Presidente da Associação Brasileira de Pesquisadores em Jornalismo (SBPJor)
Ruy Sardinha Lopes – Presidente da Federação Brasileira de Associações Brasileira de Associações Acadêmicas e Científicas em Comunicação (SOCICOM)
Sebastião Squirra – Presidente da Associação Brasileira de Pesquisadores em Cibercultura
(ABCiber)

Entidades lançam campanha em defesa do acesso à Internet para todxs no Brasil

 

Entidades e coletivos de defesa ao Direito da Comunicação lançam campanha em defesa do direito de acesso à internet. Replicamos aqui a íntegra do texto.

 

Para muitas pessoas, sobretudo, as pertencentes às classes A e B que vivem nas grandes capitais do país, parece impossível acreditar que uma parte significativa da população brasileira ainda se encontra sem acesso à internet em casa. Mas essa é uma realidade constatada nos dados coletados anualmente pela pesquisa TIC Domicílios, produzidas pelo Cetic.Br, órgão ligado ao Comitê Gestor da Internet (CGI.Br).

46% dos domicílios brasileiros ainda estão desconectados e isto vale para os mais variados tipos de conexão, entre elas a fixa (por satélite ou banda larga) e a móvel (por celular). O número é um pouco menor que o percentual aferido em 2015, quando 50% da população não tinha acesso à Internet em seus domicílios. Os desconectados são em sua maioria moradores de periferias das grandes cidades e zonas rurais e grande parte destes não contam com oferta do serviço em sua região.

Levando em conta estes dados e buscando incidir para garantir acesso de qualidade a todos/as os/as cidadãos brasileiros/as, entidades e organizações lançam a Campanha Internet Direito Seu. O objetivo é sensibilizar a sociedade sobre os problemas gerados pela falta de conexão (ou conexão precária) à Internet num país de tamanha proporção como o Brasil e mobilizar a população para a disputa pela universalização do acesso, por conexão de qualidade e preços justos.

Para Flávia Lefèvre, especialista em políticas de telecomunicações e advogada da Proteste – Associação Brasileira de Defesa do Consumidor, falar em acesso universal e democrático significa “ultrapassar a barreira da infraestrutura de telecomunicações, que hoje é insuficiente e distribuída de forma extremamente desigual e estabelecer condições especiais de contratação, que atendam aos consumidores de baixa renda”.

Parte dos problemas relativos à falta de conexão em todo país está relacionada à forma como os governos brasileiros têm tratado o tema, deixando a cargo do mercado – das quatro principais operadoras do setor –, o poder de decidir onde e quanto investir na ampliação das redes de conexão. O Programa Nacional de Banda Larga (PNBL), lançado ainda no governo Dilma Rousseff foi abandonado e os cortes recentes no Ministério de Ciências, Tecnologias, Inovações e Comunicações (MCTIC) atestam que não há vontade política em investir em setores estratégicos.

Recentemente o atual ministro do MCTIC, Gilberto Kassab, lançou novo programa, o Internet Para Todos, que pretende fazer uma gestão compartilhada da política de conectividade junto com os municípios brasileiros. Vários municípios têm firmado acordo com o MCTIC e com a Telebras, mas as regras referentes à execução do projeto e as contrapartidas das operadoras que vão utilizar o Satélite Geoestacionário (SGDC), comprado em 2011 pelo valor de R$ 2,7 bilhões, seguem pouco transparentes.

Outra barreira a ser ultrapassada para a universalização do acesso, segundo Lefèvre, diz respeito aos planos. É necessário fiscalizar a atuação comercial dos provedores de acesso à Internet, cujos planos ofertados no mercado desrespeitam garantias básicas conquistadas com o Marco Civil da Internet (Lei nº 12.965/2014), entre elas, a continuidade da prestação do serviço e a neutralidade da rede.

Além disso, conforme explica Rafael Zanatta, advogado e pesquisador do Idec – Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor, com o declínio das receitas em voz, há um impulso do mercado de telecomunicações de obter receitas com negociações de “não tarifação” e modelos de negócio de acesso móvel baseados em publicidade e análise de dados pessoais. Ou seja, “com os programas de ‘dados patrocinados’, há uma tendência de forçar as classes menos favorecidas a um sistema de maior vigilância e menor liberdade de acesso”, diz, alertando sobre os riscos do período atual.

Internet Direito Seu

Desde que o Marco Civil da Internet foi aprovado em 2014, o acesso à Internet é considerado um serviço essencial para todos e todas e condição fundamental para a garantia da cidadania dos cidadãos brasileiros. Ora, esta definição não foi incluída ali por acaso. Cada dia mais, aspectos da vida cotidiana dos cidadãos dependem da conexão à rede, e não raro de uma conexão de qualidade.

É impossível imaginar o pagamento de contas, o acompanhamento sistemático da gestão pública e até mesmo a inscrição em concursos, entre os quais, o Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM), cuja inscrição é exclusiva pela Internet, sem estar conectado. Isto sem falar do entretenimento, cada vez mais convergente para o ambiente digital.

“Hoje o ambiente digital, seja por meio das plataformas online ou pelos aplicativos de mensagens instantâneas se constitui em arena importante para o debate público que acontece no país. Preocupa, portanto, que quase metade da população brasileira esteja à margem disto, sem uma conexão que lhe garanta a participação neste processo”, diz Ana Claudia Mielke, coordenadora do Intervozes.

A Campanha Internet Direito Seu será lançada em ato simbólico, neste domingo, dia 15 de abril, dentro da Plenária Nacional do Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação (FNDC), que acontece na sede da Apeosp, República, São Paulo. No dia 16 de abril serão realizadas ações nas redes sociais.

SERVIÇO
Lançamento Campanha Internet, direito seu!

15 de abril de 2018 às 14h30

Local: Apeoesp – Praça da República, 282, São Paulo

Organizações que integram a Campanha:

Artigo 19

Centro de Estudos da Mídia Alternativa Barão de Itararé

Clube de Engenharia

Coletivo Digital

Fora do Eixo

Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor – IDEC

Instituto do Bem Estar Brasil

Instituto Nupef – Núcleo de Pesquisas, Estudos e Formação

Instituto Telecom

Intervozes – Coletivo Brasil de Comunicação Social

Mídia Ninja

Projeto Saúde & Alegria

Proteste – Associação Brasileira de Defesa do Consumidor

Mais informações:

Ana Claudia Mielke – Intervozes (11) 99651-8091

Links úteis:

http://www.cetic.br/pesquisa/domicilios/

http://www.cetic.br/tics/domicilios/2016/domicilios/A4/

http://www.cetic.br/tics/domicilios/2016/individuos/

http://www.cetic.br/tics/domicilios/2016/individuos/C2/

Para divulgar:

Facebook: https://www.facebook.com/InternetDireitoSeu/

Twitter: Internet Direito Seu @acessoparatodxs

Revista abre chamada para dossiê sobre pesquisa aplicada em Comunicação

A revista Comunicação & Inovação abriu chamada para o Dossiê temático: Pesquisa Aplicada em Comunicação. A data limite para a submissão de artigos é 30 de junho de 2018. A previsão é que o dossiê seja publicado no segundo semestre de 2018.

O dossiê visa reunir artigos que resultam de estudos de natureza aplicada na área de Comunicação e que tenham como escopo a construção de conhecimentos que possam ser implementados a partir de produtos, planos, processos e práticas de intervenção nas diversas realidades investigadas.

A publicação dossiê tem, ainda, o objetivo de fazer a divulgação científica do Estado da Arte do conhecimento para o desenvolvimento da comunicação no que concerne à natureza aplicada das pesquisas nesse campo, apresentando exemplos e métodos relacionados a essa realidade.

O corpus dos estudos a serem publicados pode compreender temas interdisciplinares a serem abordados nos mais diversos desenhos de pesquisa que envolvam a pesquisa aplicada enquanto aspecto inerente à inovação para o desenvolvimento da comunicação contemporânea. Serão aceitos artigos originais resultantes de pesquisa aplicada, estudos de revisão acerca da temática, reflexões teóricas e estudos metodológicos.

A revista Comunicação & Inovação é publicação quadrimestral do PGCOM/USCS e possui Qualis B1 na área de Comunicação. O dossiê é organizado pelos professores Rebeca Nunes Guedes de Oliveira (PPGCOM USCS) e Juliano Domingues da Silva (PPGCOM/UNICAP).

As normas podem ser acessadas aqui

 

ABCiber abre inscrições para Congresso Regional Norte/Nordeste

 

Está aberta a chamada de trabalhos para o I Encontro Norte e Nordeste da ABCiber. O evento acontece em São Luís, na Universidade Federal do Maranhão nos dias 13 e 14 de junho com o tema Interação Homem Máquina – Simbiose, Conflito, Hibridização.

O prazo para submissões vai até o próximo dia 30 de abril. Os aceites serão divulgados a partir de 12 de maio. O evento conta com cinco Grupos de Trabalho: Jornalismo no Ambiente de Internet (GT1), Cultura Digital, Narrativas e Entretenimento (GT2), Comunicação, Mídia e Poder no Ciberespaço (GT3), Comunicação Organizacional (GT4) e Convergência, Design e Interfaces (GT5). Os trabalhos podem ser enviados nas modalidades

Os detalhes da chamada estão no site do evento que pode ser acessado aqui. Os trabalhos selecionados para apresentação serão publicados no E-book com ISBN dos anais do evento e o melhor trabalho de cada GT vai participar do livro que a ABCiber lançará sobre a temática.

Inscrições para Prêmio Adelmo Genro Filho estão abertas

As inscrições para a 13ª. Edição do Prêmio Adelmo Genro Filho (PAGF) de Pesquisa em Jornalismo estão abertas. A data limite para inscrição no prêmio é dia 30 de junho.

Estão aptos a concorrer os trabalhos defendidos em 2017, de 01 de janeiro a 31 de dezembro, nas categorias Iniciação Científica/TCC, Mestrado e Doutorado. Além disso, a edição de 2018 contará com uma nova categoria: Pesquisa Aplicada. Nessa categoria será premiado o melhor produto/projeto caracterizado como de aplicação e de utilidade à prática cotidiana do Jornalismo.

Também será premiada a categoria sênior. Nesta categoria, é considerada a trajetória acadêmica e a contribuição do(a) pesquisador(a) para o campo do Jornalismo. De acordo com o estatuto da entidade, a deliberação da categoria sênior é feita pela diretoria e pelo Conselho Científico da SBPJor, mas todo sócio em dia com a anuidade pode enviar uma indicação até 30 de junho.

A Comissão julgadora do Prêmio PAGF avaliará os trabalhos até 15 de setembro de 2018. A entrega do Prêmio será feita durante o 16º. Encontro Nacional da SBPJor, que acontece entre os dias 7 e 9 de novembro de 2018 na FIAMFAAM/Anhembi Morumbi, na capital paulista. Dúvidas podem ser sanadas pelo e-mail sbpjor.pagf2018@gmail.com .

O Prêmio PAGF foi criado em 2004 pela Associação Brasileira de Pesquisadores em Jornalismo (SBPJor), para valorizar de forma individual as contribuições relevantes para o campo da pesquisa em jornalismo.

As inscrições devem ser feitas exclusivamente pelo sistema de conferências da SBPJor neste link até o dia 30 de junho de 2018. As submissões enviadas fora do prazo não serão aceitas.

O regulamento do PAGF 2018 pode ser acessado aqui
A ficha de inscrição do PAGF 2018 pode ser acessada aqui

Pesquisadores discutem democratização da mídia, da cultura e informação no Brasil

 

A democratização da mídia, da cultura e da informação no Brasil é o tema do IV Colóquio de Economia Política da Comunicação e da Cultura, que acontece no próximo dia 07 de maio, às 14h, no Rio de Janeiro. O evento acontece na Sala de Cursos da Fundação Casa de Rui Barbosa. A Sala de Cursos da Fundação Casa de Rui Barbosa fica no térreo do prédio principal, localizado na Rua São Clemente, 134, em Botafogo, no Rio de Janeiro (RJ).

O IV Colóquio tem como tema a questão “É possível democratizar a mídia, a cultura e a informação no Brasil?”. Para oferecer caminhos para responder essa questão, o evento reúne pesquisadores das áreas de Economia Política da Comunicação e da Cultura e da Sociedade Civil para analisar e debater o campo, criando espaços de interlocução e troca entre pesquisadores e ativistas.

O Colóquio é uma realização da Fundação Casa de Rui Barbosa (FCRB), Setor de Políticas Culturais; Centro de Pesquisa e Produção em Comunicação e Emergência (Emerge); e GT1 – Políticas de Comunicação, da União Latina de Economia, Política da Informação e Cultura, capítulo Brasil (ULEPICC-Br).

O evento contará com a presença de Cesar Bolaño – Presidente da União Latina de Economia Política da Informação, Comunicação e da Cultura (ULEPICC-Brasil); Marcos Dantas – Representante da Comunidade científica e tecnológica no Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.BR); Lia Calabre – Coordenadora da Cátedra UNESCO de Políticas Culturais e Gestão (FCRB – MinC); e Adilson Cabral – Coordenador do Centro de Pesquisas e Produção em Comunicação e Emergência (EMERGE – UFF). O evento será mediado por Eula D.T.Cabral – Coordenadora do projeto EPCC (FCRB).

Para participar do IV Colóquio de Economia Política da Comunicação e da Cultura (IV EPCC) é preciso se inscrever, por email, no endereço coloquio.epcc@gmail.com, enviando os seguintes dados: nome completo, formação acadêmica e vinculação institucional (onde trabalha/estuda). O evento é gratuito e garante Certificado aos que tiverem confirmadas suas inscrições via email e presença no evento.

Anuário Internacional de Comunicação Lusófona abre prazo para envio de propostas

Está aberto o prazo para o envio de propostas para a edição 2018 do Anuário Internacional de Comunicação Lusófona. A data limite para o envio de propostas, que consistem em artigo completo, é 30 de junho de 2018. As respostas de aceite serão enviadas aos autores até o dia 30 de julho de 2018

O tema central desta edição é “Os desafios da pesquisa em comunicação no espaço lusófono”. Artigos que tratam de outros temas no domínio da comunicação e cultura no espaço lusófono também poderão ser aceitos.

As propostas devem ser enviadas para os seguintes emails: giovandro.ferreira@gmail.com, figaro@uol.com.br e roselaurindo@gmail.com

Normas para publicação no Anuário

  1. Os artigos deverão ser redigidos en formato Word, papel tamanho A4, em Times New Roman, tamanho de letra 12 e com espaço 2.
  2. Gráficos e ilustrações deverão ser apresentados em jpg ou tif, com resolução de 300 dpi (mínimo), no final do texto e em páginas destinadas especificamente para esse fim.
  3. Os artigos deverão incluir um resumo de no máximo: 1000 caracteres. O texto completo tem como limite 50.000 caracteres (incluindo espaços).
  4. Os elementos de identificação do(s) autor(es) deverão ser enviados numa página separada e deverá incluir: Título, nome(s) do(s) autor(es), instituição a qual pertencem, palavras-chave (máximo: 5), nome completo, endereço postal, número de telefone e endereço eletrônico (e-mail).
  5. É preciso fazer o resumo e as palavras-chave num dos dois idiomas do Anuário (português ou galego) e também em inglês.
  6. As referências a autores ao longo do artigo deverão ser feitas da seguinte maneira:

(BERTEN, 2001, p. 35) – ou ‘tal como Berten (2001, p. 35) considera, «utopia é também uma ideologia»’;

(WINSECK e CUTHBERT, 1997); (GUDYKUNST et al.,1996); (AGAMBEN, S/D, p. 92).

As referências bibliográficas deverão ser apresentadas no final do artigo, respeitando os seguintes formatos:

BOUGNOUX, Daniel. Introdução às Ciências da Comunicação. Bauru (SP): Edusc, 1999.

MARÔPO, Lidia. A construção da agenda mediática da infância: um estudo de caso sobre a relação entre movimentos sociais e os media noticiosos. Lisboa: Livros Horizonte, 2008.

SELIGMAN, Laura. Jornais populares de qualidade: Ética e sensacionalismo em um novo padrão do jornalismo de interior catarinense. Brazilian Journalism Research – Volume 2 – Número 1 – 1° semestre – 2009.

GARCIN-MARROU, Isabelle. L’événement dans l’information sur l’Irlande do Nord. Dossier Le temps de l’événement 2. Réseaux: communication technologie société (CNET), n. 76, p. 49-60, mars/avril 1996. Disponível em: http://enssibal.enssib.fr/autres-sites/reseaux-cnet/76/03-garci.pdf . Acesso em: 06/08/2014.

GOFFMAN, E. Frame analysis: an essay on the organization of experience. Boston: Northeastern University Press, 1974.

Pesquisadores da EPC disponibilizam download gratuito de livro

Está disponível (aqui e aqui) para download gratuito o e-book: “Comunicação e cultura no Brasil: diálogos com a Economia Política da Comunicação e da Cultura”, coletânea de textos organizada por Eula Dantas Taveira Cabral e Adilson Vaz Cabral Filho.

Os textos presentes na obra são resultado dos Colóquios de Economia Política da Comunicação e da Cultura (EPCC), realizados no Rio de Janeiro, em 2017, e organizados em conjunto pelo setor de Políticas Culturais da Fundação Casa de Rui Barbosa (FCRB), pelo Centro de Pesquisas e Produção em Comunicação e Emergência (Emerge), da Universidade Federal Fluminense (UFF), e pelo grupo de trabalho Políticas de Comunicação, da União Latina de Economia Política da Informação, Comunicação e da Cultura, Seção Brasil (Ulepicc-BR).

Comunicação e cultura no Brasil: diálogos com a Economia Política da Comunicação e da Cultura. Eula Dantas Taveira Cabral e Adilson Vaz Cabral Filho (org.). Fundação Casa de Rui Barbosa. 137 páginas. ISBN 978-85-7004-379-5.

Os autores solicitam que em caso de citação seja registrada a referência completa da obra:

CABRAL, Eula D.T (Org.); CABRAL FILHO, Adilson V. (Org.). Comunicação e cultura no Brasil: diálogos com a Economia Política da Comunicação e da Cultura. Rio de Janeiro: Fundação Casa de Rui Barbosa, 2018.